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28 de abril de 2015

Lição 5: Jesus e a Implantação do Reino de Deus (JOVENS)



THINKING MATURELY ABOUT THE CRISTIAN FAITH


JOVENS
Lição 5
03/05/2015

JESUS E A IMPLANTAÇÃO DO REINO DE DEUS

TEXTO DO DIA
"Mas, se eu expulso os demônios pelo Espírito de Deus, é conseguintemente chegado a vós o Reino de Deus" (Mt 12.28).
SÍNTEESE
Entender o significado bíblico do Reino de Deus é fundamental para a genuína proclamação do Evangelho e compreensão do papel da Igreja na sociedade.

Agenda de leitura

SEGUNDA - Mt 4.23.
O Evangelho do Reino
TERÇA - Lc 12.31
A prioridade do Reino
QUARTA - 1 Co 6.10
Não herdarão o Reino de Deus
QUINTA - Mt 18.4
O maior do Reino dos céus
SEXTA - Sl 145.13
O Reino de Deus
SÁBADO -  Lc 18.24
O Reino e as riquezas


TEXTO BÍBLICO
Mateus 5.1-11
1. Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte, e, assentando-se, aproximaram-se dele os seus discípulos;
2. e, abrindo a boca, os ensinava, dizendo:
3. Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus;
4. bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
5. bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
6. bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
7. bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
8. bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
9. bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
10. bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus;
11. bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Embora o cerne do ministério de Jesus e da mensagem proclamada pela Igreja Primitiva tenha sido o Reino de Deus, esse assunto tem recebido pouca ênfase no ensino e pregação das igrejas atualmente. Quantas vezes ouvimos a exposição clara e contundente sobre o domínio de Deus e a sua presença em nosso meio? Desse modo, considerando sua relevância, magnitude e primazia (Mt 6.33), estudaremos nesta lição sobre o significado bíblico do Reino de Deus, sua natureza e dimensão, pois a compreensão deste assunto é fundamental para a genuína proclamação do Evangelho, assim como para melhor entendermos o papel da Igreja na sociedade. [COMENTÁRIO: Se lhe pedissem para explicar o reino dos céus, o que você diria? A maioria de nós acharia mais fácil dizer o que não é o reino do que dizer o que ele é. Alguns simplificariam demais a matéria, dizendo apenas que o reino é a igreja. O assunto merece uma explicação bem mais completa. O Novo Testamento menciona o assunto do reino não menos que 141 vezes. O uso deste assunto é mais do que o uso da palavra ‘igreja’ pela qual Jesus Cristo derramou o Seu sangue (At 20.28). Porém, desde que o Espírito Santo deu tanto destaque a essa doutrina no Novo Testamento, convém que demos a ela a devida atenção. Não precisamos descartar as demais doutrinas e estudar somente essa, mas também não devemos esquecer essa a qual é mencionada tantas vezes. A importância da doutrina do Reino de Deus no Novo Testamento é entendida quando percebemos que todos os autores do Novo Testamento mencionam assuntos relativos ao reino. A Palavra de Deus é viva e portanto sempre atual (Hb 4.12). A verdade é imutável, portanto sempre convém para aperfeiçoar o homem de Deus para toda a boa obra (II Tm 3.16,17). Portanto, aquilo que os nossos irmãos no primeiro século necessitavam ouvir e aprender para servir ao Senhor agradavelmente é o que nós precisamos ouvir e aprender para servir hoje ao mesmo Senhor. Por menos que lemos o Novo Testamento confrontaríamos com esse assunto, pois 17 dos 27 livros contêm a palavra “reino”. Os outros sete livros referem-se ao assunto do reino de Deus sem usar tais palavras, mas estes não estão incluídos nessa contagem. Por uma boa parte do Novo Testamento usar essa palavra, convém que saibamos algo do reino para manejarmos bem a Palavra de Deus.] Vamos nos aprofundar mais?

27 de abril de 2015

Lição 5: Jesus Escolhe seus Discípulos




THINKING MATURELY ABOUT THE CRISTIAN FAITH
Lição 5
3 de maio de 2015
Jesus Escolhe seus Discípulos

TEXTO ÁUREO
"E qualquer que não levar a sua cruz e não vier após mim não pode ser meu discípulo." (Lc 14.27)
VERDADE PRÁTICA
O chamado para a salvação é de graça, mas o discipulado tem custos.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Lc 4.15,31
Jesus, o Mestre por excelência e nosso exemplo
Terça - Lc 11.1-4
Jesus não somente ensinou com palavras, mas também pelo exemplo
Quarta - Lc 9.57-62
Jesus se utilizou de vários métodos em seu ministério de ensino
Quinta - Lc 14.25-27
Jesus demonstra o alto custo do discipulado
Sexta - Lc 9.23
O Senhor Jesus Cristo e a preparação dos discípulos
Sábado - Lc 9.1-12
A missão dos discípulos era árdua, mas o Mestre estaria com eles

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 14.25-35
25 - Ora, ia com ele uma grande multidão; e, voltando-se, disse-lhe:
26 - Se alguém vier a mim e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.
27 - E qualquer que não levar a sua cruz e não vier após mim não pode ser meu discípulo.
28 - Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar?
29 - Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele,
30 - dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar.
31 - Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil?
32 - De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores e pede condições de paz.
33 - Assim, pois, qualquer de vós que não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo.
34 - Bom é o sal, mas, se ele degenerar, com que se adubará?
35 - Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, que ouça.

HINOS SUGERIDOS: 115, 127, 132 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Mostrar como se deu a escolha e a chamada dos primeiros discípulos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Abaixo, os objetivos específicos referem-se aos que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
·                     I.    Analisar a vida de Jesus enquanto Mestre.
·                     II.   Explicar como se deu o chamado dos discípulos. 
·                     III.  Saber como foi o treinamento dos primeiros discípulos.
·                     IV. Analisar a missão de Jesus e de seus discípulos.
INTRODUÇÃO

Como crentes, temos consciência do valor que a pregação da Palavra tem para a construção do Reino de Deus. Todavia, quando lemos os Evangelhos, acabamos descobrindo que Jesus, durante o seu ministério terreno, ensinou mais do que pregou. Na verdade, suas pregações, mesmo quando proclamações, eram recheadas de conteúdo pedagógico. Esses fatos nos mostram a importância que o ensino tem para um aprendizado eficiente. Nesta lição, aprenderemos com o Mestre dos mestres como Ele ensinou os seus seguidores e como, dentre eles, formou seus discípulos. [Comentário: Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, “ensinar” é “repassar (a alguém) ensinamentos sobre (algo) ou sobre como fazer (algo); doutrinar, lecionar”; “transmitir experiência prática a; instruir (alguém) por meio de exemplos”; “tornar (algo) conhecido, familiar (a alguém); fazer ficar sabendo”; “dar lições a; instruir”; “mostrar (a alguém) as conseqüências ruins de seus atos”; “mostrar com precisão; indicar”. A palavra vem do latim “insigno”, cujo significado é “’pôr uma marca, distinguir, assinalar”. Se houve um título que Jesus sempre aceitou foi o de Mestre (Jo 13.13), numa clara demonstração de que sempre quis ser reconhecido como tal. Isto já nos permite observar como o ministério de ensino se encontra no âmago da missão do Senhor. Lucas, ao sintetizar o ministério terreno de Jesus, no início do livro de Atos dos Apóstolos, disse que Jesus, na Terra, veio “fazer e ensinar” (At 1.1), numa outra prova bíblica de que o ensino foi um dos pilares de todo o ministério terreno de Cristo. De igual maneira, a Igreja, corpo de Cristo que é (1Co 12.27; Ef 4.12), deve dar prioridade ao ensino da Palavra de Deus enquanto o Senhor não vem para arrebatá-la. Nossa pregação deve consistir em “ensino”, afinal, a pregação é a comunicação verbal da Palavra de Deus aos ouvintes. É a transmissão do evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo às pessoas que precisam ouvi-lo. Vemos em 1Co 2.:4, que a pregação não é um simples ato de retórica, um discurso político ou uma estratégia de ensino para transferir conhecimentos. Ela e a "demonstração do Espírito e de poder..."]

Lição 5: Jesus Escolhe Seus Discípulos (Prof Caramuru)

Lição 5: Jesus Escolhe seus Discípulos (Ev Fabio Segantin)

Lição 5: Jesus Escolhe seus Discípulos (AD Linhares)

Lição 5: Jesus escolhe seus discípulos (Pr. Wilsonei Mattos-AD Londrina-PR)

Lição 5: Jesus escolhe seus discípulos (TV ADNP)

20 de abril de 2015

Lição 4: A Tentação de Jesus


2º Trimestre de 2015
Lição 4
26 de abril de 2015
A Tentação de Jesus

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
"Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado." (Hb4.15)
Jesus firmou-se na Palavra de Deus para vencer Satanás. Assim devemos agir para obter a vitória.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Lc 4.2; 1 Co 10.13
A tentação é uma realidade para todos os crentes

Quinta - Lc 4.5-8
A tentação de ser prestigiado e assim descumprirmos o propósito
Terça - Lc 4.3; 1 Pe 5.8
A necessidade constante de vigilância ante a tentação
Sexta - Lc 4.9
A tentação de ser notado quando Deus quer discrição
Quarta - Gn 3.6; Lc 4.3,4
A tentação de ser saciado em um momento de necessidade
Sábado - Lc 4.12,13
Em Jesus Cristo podemos vencer
a tentação

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 4.1-13
1 - E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto.
2 - E quarenta dias foi tentado pelo diabo, e, naqueles dias, não comeu coisa alguma, e, terminados eles, teve fome.
3 - E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão.
4 - E Jesus lhe respondeu, dizendo: Escrito está que nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra de Deus.
5 - E o diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe, num momento de tempo, todos os reinos do mundo.
6 - E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero.

7 - Portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
8 - E Jesus, respondendo, disse-lhe: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele servirás.
9 - Levou-o também a Jerusalém, e pô-lo sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo,
10 - porque está escrito: Mandará aos seus anjos, acerca de ti, que te guardem
11 - e que te sustenham nas mãos, para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra.
12 - E Jesus, respondendo, disse-lhe: Dito está: Não tentarás ao Senhor, teu Deus.
13 - E, acabando o diabo toda a tentação, ausentou-se dele por algum tempo.

HINOS SUGERIDOS: 75, 308, 422 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Mostrar que Jesus foi tentado, mas venceu toda tentação pelo poder da Palavra de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Abaixo, os objetivos específicos referem-se aos que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  • I.    Compreender a realidade da tentação.
  • II.   Explicar como Jesus venceu a tentação de ser saciado.
  • III.  Saber como Jesus venceu a tentação de ser celebrado.
  • IV. Analisar as artimanhas do Inimigo para que Jesus cedesse à tentação de ser notado.


COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

A tentação é uma realidade com a qual todo crente, em algum momento, irá se deparar. Não existe ninguém que seja imune à tentação, pois até mesmo Jesus, o homem perfeito, foi tentado! A resposta à tentação não é, portanto, negá-la, mas enfrentá-la à luz da Palavra de Deus. Nesta lição iremos aprender como Jesus enfrentou a tentação e derrotou Satanás. Veremos a sutileza do Diabo em tentar o Filho de Deus em um momento de extrema carência e necessidade física, e como o Filho do Homem o derrotou ao dizer "não" a cada uma de suas propostas. Por fim, destacaremos que a vitória de Jesus é também a nossa. [Comentário: Tentação É um desejo violento da alma humana a fazer algo que pode ser certo ou errado. Do latim temptatio ou tentatio, ataque, tentativa; é o ato ou efeito de tentar; movimento interior que nos instiga a fazer o mal; apetite, desejo violento. Deus nos criou com um coração que tem desejos (Sl 37.5), depois da queda, este coração deseja o que é contrário a Deus e à Sua Palavra. Lidar com o pecado e com aquilo que nos leva a ele, tem sido o grande desafio de cada crente ao longo de todos esses séculos. É importante lembrar que a tentação está intimamente ligada ao pecado, mas não é o pecado em si. Na verdade, ela é algo que antecede qualquer ato pecaminoso. Ninguém precisa sair atrás da tentação porque ela vem muito naturalmente. Ela vem ao pobre, ao rico, aos crentes e aos descrentes. O crente novo é tentado, e também o crente antigo. Jesus Cristo foi tentado. Sem a tentação e o direito de escolher entre o bem e o mal seríamos uma máquina, e Deus não nos isenta das nossas responsabilidades na hora da escolha. Os próprios discípulos de Jesus lidaram com isso e não é diferente conosco. Naqueles momentos de agonia que antecederam sua crucificação, Jesus ainda buscava o crescimento espiritual e a preparação daqueles homens para os grandes desafios que teriam pela frente. O primeiro desafio de Jesus é claramente coordenado pelo Espírito Santo que o conduz a uma área deserta para jejuar. Em seguida, permite que o enfraquecido Salvador seja testado por Satanás. A vitória de Cristo demonstra o tema de Lucas. Jesus é um ser humano ideal, diferentemente de Adão e Eva, que caíram (4.1-13). Mateus deixa claro que foi o próprio Espírito Santo que o levou ao deserto para ser tentado. Não partiu de Satanás tal atitude. Jesus não foi guiado ao deserto por uma força maligna, mas foi conduzido pelo Espírito Santo. Foi pela expressa vontade de Deus que esta crise se produziu na vida de Jesus. Não é que o Senhor queria ver se Jesus cairia ou não, mas uma demonstração da impossibilidade da Sua queda. À semelhança de Adão, Jesus foi tentado, com uma diferença: Adão foi tentado no Jardim do Éden e caiu, Jesus foi tentado no deserto e venceu a Satanás.]. Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!

Vídeo 2_Lição 4: A tentação de Jesus (Prof Caramuru, AD Belémzinho, São Paulo-SP)

Vídeo 1_Lição 4: A Tentação de Jesus (TV ADNP)

14 de abril de 2015

JOVENS_Lição 3: Jesus e os Grupos Político-religiosos de sua Época


THINKING MATURELY ABOUT THE CRISTIAN FAITH

Jovens

2º Trimestre de 2015
Lição 3
19 de abril de 2015
Jesus e os grupos político-religiosos de sua época

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
“Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que fechais aos homens o Reino dos céus; e nem vós entrais, nem deixais entrar aos que estão entrando” (Mt 23.13).
Embora tenha convivido com os grupos religiosos de sua época, Jesus apontou seus erros e hipocrisia.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA — Mt 16.6
O fermento dos fariseus e saduceus

QUINTA — Lc 18.10-14
O orgulho dos fariseus
TERÇA — Mt 22.34-46
A resposta ao fariseu
SEXTA — Mc 3.6
A estratégia dos herodianos
QUARTA — Lc 15.2
Murmuração dos religiosos
SÁBADO — Tg 1.27
A verdadeira religião

TEXTO BÍBLICO
Mateus 23.1-8.
1 — Então, falou Jesus à multidão e aos seus discípulos,
2 — dizendo: Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus.
3 — Observai, pois, e praticai tudo o que vos disserem; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não praticam.
4 — Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los.

5 — E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens, pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes,
6 — e amam os primeiros lugares nas ceias, e as primeiras cadeiras nas sinagogas,
7 — e as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens: — Rabi, Rabi.
8 — Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: 
I.   APRESENTAR os grupos político-religiosos da época de Jesus;
II.  COMPREENDER a postura de Jesus frente a tais grupos;
III. MOSTRAR como o cristão deve se comportar diante da diversidade religiosa contemporânea.
COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

No contexto do Novo Testamento, a nação judaica não era homogênea. Ao contrário disso, ela estava dividida em vários grupos e partidos com doutrinas, ideologias e tradições distintas, movidos ora por motivações políticas, ora religiosas. Nesse sentido, saduceus, fariseus, essênios, zelotes e herodianos formavam os principais partidos políticos e seitas religiosas daquela época. Nesta lição, veremos as características desses grupos, e como Jesus, com sua sabedoria e coragem, conviveu e reagiu a eles, nos deixando o exemplo de como viver dentro de um ambiente de pluralismo religioso como o presenciado nos dias atuais, com respeito e defesa da verdade. [Comentário: Os dias vividos por Jesus não eram muito diferentes dos nossos. Ele conviveu em um ambiente pluralista tanto religiosa quanto politicamente. Surgiram vários grupos judaicos no 1º século, que influênciaram a sociedade da época. O historiador judeu Flávio Josefo comenta: “Existem, com efeito, entre os judeus, três escolas filosóficas: os adeptos da primeira são os fariseus; os da segunda, os saduceus; os da terceira, que apreciam justamente praticar uma vida venerável, são denominados essênios: são judeus pela raça, mas, além disso, estão unidos entre si por uma afeição mútua maior que a dos outros.JOSEFO, Flávio. Bellum Iudaicum II, VIII, 119. A origem de tais grupos se dá em um contexto de reação contra o misticismo e ameaça da existência do judaísmo e que ora tem motivações políticas, ora religiosas, ora filosóficas. Ainda, se por um lado a sinagoga é criada como instrumento de preservação do judaísmo, por outro é uma das responsáveis pela facilitação do surgimento dos diversos grupos judaicos. Dessa forma, as sinagogas eram utilizadas como plataforma nas quais os grupos propagavam suas opiniões ao discordarem dos dirigentes do Templo. Foram justamente estes partidos religiosos que se opuseram ao ministério de Jesus e sua mensagem. De certa forma tantos os Saduceus, Fariseus, Essênios, Zelotes, Hassidim e Herodianos se viram confrontados pela mensagem pregada por Jesus: “E Jesus disselhes: Adverti, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus” (Mt 16.6). Estes grupos perseguiram Jesus de forma acentuada: “E, tendo saído os fariseus, tomaram logo conselho com os herodianos contra ele, procurando ver como o matariam”. (Mc 3.6). Estes grupos judaicos mudaram a essência da fé judaica, e por isso, se por um lado surgiram com o intuito de preservar a fé judaica, por outro lado foram exatamente os responsáveis por fazer com que a fé judaica original se tornasse diferente desse judaísmo. Por isso, modificaram aquilo que tanto desejavam preservar. Robson T. Fernandes, colunista do site NAPEC-Apologética Cristã, escreve em seu artigo intitulado “Os grupos judaicos na época de Cristo“: “Quando observamos o aspecto filosófico do judaísmo, encontramos três grupos, como fez Josefo – Fariseus, Saduceus e Essênios. Porém, quando observamos o aspecto étnico encontramos os samaritanos que são uma miscigenação de judeus e gentios, e os herodianos que possuíam um laço consanguíneo com Herodes, o Grande. Ainda, haviam os zelotes que eram um grupo político do século I que buscava promover uma rebelião contra o Império Romano, com o intuito de libertar Israel pela força e que termina por promover a Primeira Guerra Judaico-Romana (66-70). Ainda, outros grupos são encontrados entre os judeus, a exemplo dos sicários e dos publicanos. Os Sicários eram um subgrupo oriundo dos zelotes, porém, mais radicais. O termo é originário do latim ‘sicarius’ e significa ‘homem da adaga’. Essa expressão só surge algumas décadas após a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., de acordo com Kippenberg, que afirma, ainda, que o termo “foi a denominação dada ao movimento revolucionário rural da Judéia” [4] e já o termo zelotes se referia a “um movimento sacerdotal” [5], isto é, de cunho mais religioso. Por essa razão, o grupo dos Sicários não será tratado em particular neste artigo, pois são uma subdivisão dos zelotes. Os Publicanos eram os coletores de impostos nas províncias do Império Romano. De acordo com Buckland [6], haviam dois tipos de Publicanos: os Publicanos Gerais e os Publicanos Delegados. Os Publicanos Gerais respondiam ao imperador romano e eram responsáveis pelos impostos. Os Publicanos Delegados eram aqueles que eram comissionados pelos Gerais para coletar os impostos nas províncias. Estes eram considerados como “ladrões e gatunos”. Muito embora fossem odiados pelos seus compatriotas, os judeus, Buckland afirma que diferentemente dos fariseus, os Publicanos não eram hipócritas. Como os Publicanos são mais uma “profissão” do que um grupo filosófico-político-religioso ele não será tratado em particular neste artigo. Diante do quadro apresentado é importante se estudar cada um desses grupos de forma separada, para depois se montar o quadro político-religioso geral da nação. Por último, buscar aprender com a história para que não se cometam os mesmos erros outra vez”. http://www.napec.org/religioes/os-grupos-judaicos-na-epoca-de-cristo. Vamos entender um pouco destes grupos.] Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
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