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27 de outubro de 2015

Lição 5: Caim era do Maligno



Lição 5: Caim era do Maligno
Data: 1 de Novembro de 2015

TEXTO ÁUREO

[...] Que nos amemos uns aos outros. Não como Caim, que era do maligno e matou a seu irmão [...](1Jo 3.11,12). [Comentário: O amor por outros cristãos é tanto uma característica da nova natureza dos crentes quanto da vida justa (Jo 13.35).]

VERDADE PRÁTICA

Quem ama de verdade não se deixa dominar nem pela inveja nem pelo ódio.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Gn 4.1
Caim, o primogênito de Adão, era mau
Terça — Gn 4.2
Caim, foi um importante lavrador da terra
Quarta — Gn 4.5
Caim e sua oferta foram rejeitados por Deus
Quinta — Gn 4.6
Caim tinha o seu coração tomado pelo rancor
Sexta — Gn 4.8
O ódio e o rancor fizeram de Caim um homicida
Sábado — 1Jo 3.12
Caim foi dominado pelo pecado, pois seu coração era mau

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Gênesis 4.1-10.
1 — E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um varão.
2 — E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.
3 — E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR.
4 — E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta.
5 — Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante.
6 — E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante?
7 — Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás.
8 — E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou.
9 — E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?
10 — E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra.

HINOS SUGERIDOS

75, 126 e 330 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL

Conscientizar dos perigos de se deixar dominar pela inveja e pelo ódio.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

  • I. Explicar porque Caim era do maligno;
  • II. Compreender porque Deus rejeitou o sacrifício de Caim;
  • III. Explicar que ódio e a inveja de Caim o levaram a matar seu irmão.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

O capítulo 4 do livro de Gênesis nos mostra que o pecado de Adão e Eva não afetou somente eles, mas trouxe sérios infortúnios para seus descendentes. A história do pecado de Caim, muito se assemelha a de seus pais, pois podemos ver um ato de violação (4.8), uma cena de julgamento (4.9-15) e a execução da sentença divina sobre o pecador (4.16).
Caim tinha um coração mau, dominado pelo ódio e a inveja, por isso, teve o seu sacrifício rejeitado. Deus não olhou e não olha para a oferta em si, mas o mais importante é o coração do ofertante, por isso, Jesus declarou: “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta” (Mt 5.23,24). Jamais poderemos comprar a Deus ou impressioná-lo com as nossas ofertas, pois tudo que existe nos céus e a Terra pertence ao Senhor. Ele é o dono da prata e do ouro. Sejamos fiéis ao Senhor em nossas ofertas, mas que jamais venhamos a permitir que nossos corações sejam contaminados pelo pecado.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

O capítulo 4 de Gênesis apresenta a triste história do primeiro homicídio da Terra. Caim, o primeiro homem nascido de mulher, matou o próprio irmão depois que teve sua oferta recusada por Deus. O que deveria ser uma ocasião de ações de graças enlutou a família de Adão. Caim demonstrou, dessa forma, que era do maligno, que tinha um coração e atitudes que desagradavam a Deus. [Comentário: No capítulo 3 de Gênesis, o homem estava em perfeita comunhão com Deus, no capítulo 4 a raça humana já não tem comunhão com Deus, antes está completamente morta e tende para o mal. Este capítulo também revela como o pecado se espalhou na primeira família e então na sociedade. Verdadeiramente a depravação bem cedo floresceu e se espalhou. A oferta de Caim foi rejeitada porque ele mesmo não era justo diante de Deus. A Bíblia toda ensina que nada do que nós oferecemos a Deus é aceito se não estivermos corretos diante dEle [Gn 4.5, Hb 11.6; Is 1.10-15]. Caim se achou no direito te tirar a vida do próprio irmão por pura inveja. O pecado do capítulo 3 está tomando uma nova cara. Vemos em Caim inveja, cobiça, ódio, ira… Triste realidade: a violência cresce! Vemos claramente a violência crescendo a cada dia. A crueldade dos homens parece não ter fim.] Vamos pensar maduramente a fé cristã?

18 de outubro de 2015

Lição 4: A Queda da Raça Humana





Lição 4
25 de Outubro de 2015
A Queda da Raça Humana

TEXTO ÁUREO
“Pelo que, como por um homem444 entrou o pecado266 no mundo2889, e pelo pecado, a morte, assim também a morte2288 passou a todos os homens, por isso que todos pecaram264.” (Rm 5.12) [Comentário: Paulo começa a fazer aqui uma comparação que não foi concluída senão nos versículos 18 a 21. A comparação foi interrompida por uma meditação que continua até o versículo 17. O texto inicia com o termo “portanto”, nesta versão “Pelo que”, indicando que aquilo que se segue está ligado, na mente de Paulo, com o que precedeu, pelo que a comparação e o contraste que ele traça entre Adão e Cristo é sua elaboração teológica do que já havia sido dito. Paulo salienta a idéia de “um só homem” por toda esta passagem, e isso indica que ele encarava tanto Adão como Cristo como indivíduos históricos.]
Dicionário STRONG:
444 ανθρωπος anthropos:- 1) um ser humano, seja homem ou mulher; 1a) genericamente, inclui todos os indivíduos humanos.
266 αμαρτια hamartia:- 1a) não ter parte em; 1b) errar o alvo; 1c) errar, estar errado; 1d) errar ou desviar-se do caminho de retidão e honra, fazer ou andar no erro; 1e) desviar-se da lei de Deus, violar a lei de Deus, pecado; 2) aquilo que é errado, pecado, uma ofensa, uma violação da lei divina em pensamento ou em ação; 3) coletivamente, o conjunto de pecados cometidos seja por uma única pessoa ou várias.
2889 κοσμος kosmos:- os habitantes da terra, homens, a família humana; a multidão incrédula; a massa inteira de homens alienados de Deus, e por isso hostil a causa de Cristo.
2289 θανατοω thanatoo:- 1) colocar à morte; pela morte, ser liberado do compromisso de algo; literalmente, tornar-se morto em relação à (algo).
264 αμαρτανω hamartano:- 1) não ter parte em; 2) errar o alvo; 3) errar, estar errado; 4) errar ou desviar-se do caminho da retidão e honra, fazer ou andar no erro; 5) desviar-se da lei de Deus, violar a lei de Deus, pecado.
VERDADE PRÁTICA
O pecado de Adão trouxe-nos a morte, mas a morte de Jesus Cristo garante-nos a vida eterna e plena comunhão com Deus. [Comentário: Por causa da Queda, a morte tornou-se uma realidade e toda a criação está sujeita a ela. "Toda a criação geme" (Rm 8.22), esperando o momento em que Cristo voltará para libertá-la dos efeitos da morte.]

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Gn 3.1-24
A triste história da Queda pelo pecado do homem
Terça - Rm 5.12,13
A Queda do homem trouxe o pecado e a morte
Quarta - Rm 3.23
Em Adão, todos os homens pecaram e foram afastados de Deus
Quinta - Gn 3.15
Em sua misericórdia, Deus faz uma  promessa de salvação
Sexta - Jo 3.16
Deus proveu salvação para toda a humanidade
Sábado - 1 Co 15.45-47
Jesus, o segundo Adão, veio libertar o homem do pecado


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Romanos 5.12-19
12 - Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram.
13 - Porque até à lei estava o pecado no mundo, mas o pecado não é imputado não havendo lei.
14 - No entanto, a morte reinou desde Adão até Moisés, até sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual é a figura daquele que havia de vir.
15 - Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça, que é de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos.
16 - E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou; porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação.
17 - Porque, se, pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.
18 - Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.
19 - Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos foram feitos pecadores, assim, pela obediência de um, muitos serão feitos justos.
OBJETIVO GERAL
Compreender que o pecado de Adão trouxe a morte, mas a morte de Jesus trouxe a vida.

HINOS SUGERIDOS: 5,75, 432 da Harpa Cristã
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  1. Explicar que o Éden foi o local criado por Deus para ser o habitat do homem;
  2. Conhecer como se deu a tentação de Adão e Eva;  
  3. Compreender o juízo de Deus sobre o pecado.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
No livro de Gênesis, encontramos no capítulo três, um dos relatos mais tristes da história da humanidade, a Queda. Mas Deus não foi pego de surpresa com o pecado de Adão e Eva, pois as Escrituras Sagradas afirmam que desde a fundação do mundo a morte redentora de Jesus, pela salvação da humanidade, já havia sido determinada (Ap 13.8). O homem pecou de modo deliberado contra Deus, mas o Criador não o deixou entregue à própria sorte. O Senhor providenciou a sua redenção. Com o pecado veio o sentimento de culpa. O homem não sabe lidar com esse sentimento, pois não fomos criados para o pecado, por isso, Adão culpou a Eva e o próprio Deus pelo seu pecado de desobediência. É difícil aceitar a responsabilidade por nossos erros. Sempre queremos encontrar um culpado. 
O pecado além de afastar Adão da comunhão com Deus, também introduziu as hostilidades e dificuldades no relacionamento de Adão e Eva. O pecado continua a nos afastar de Deus e a prejudicar os nossos relacionamentos.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Por algum tempo, Adão e Eva viveram a mais completa ventura. Aquela harmonia, porém, estava para ser quebrada por uma personagem sinistra e inimiga de todo o bem. 
No entanto, se o Diabo supôs que a obra divina achava-se arruinada para sempre, enganou-se, porque Deus, em seu infinito amor, já havia elaborado, desde a fundação do mundo, o Plano de Salvação para resgatar-nos do pecado.
A Queda de Adão haveria de ser revertida por Jesus Cristo através de sua morte na cruz. [Comentário: A queda do primeiro casal foi devastadora para a posteridade humana. Para qualquer um de nós é algo completamente impossível supor o que tenha sido o conhecimento prático da queda. Como projetar a experiência da perda da perfeição original? Nada, em nossa existência, serve de parâmetro para isso. Até onde tentamos imaginar o Éden, partimos de nossa realidade caída e, efetuando alguma modalidade de matemática espiritual, aplicamos o maior exponencial que a nossa mente pode conceber, e temos um lugar paradisíaco aos nossos olhos. Todavia, segundo o que afirmam as Escrituras, ainda assim tal realidade está muito aquém da realidade que aguarda os filhos de Deus: ...mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam (1 Co 1.29) Jair de Almeida, em O Padrão Éden: Modelo De Restauração Da Criação. Disponível em: http://www.mackenzie.br/fileadmin/Mantenedora/CPAJ/revista/VOLUME_XII__2007__2/jair.pdf. A ordem original do meio ambiente do ser humano na terra deve ser distinguida do que ele veio a tornar-se após o impacto da queda do homem, a maldição e o posterior dilúvio. Na carta aos Romanos, Paulo afirma que toda a humanidade está por natureza sob a culpa e o poder do pecado, sob o reino da morte e sob a inescapável ira de Deus (Rm 1.18-19;3.9,19;5.17,21). Ele relaciona a origem desse estado ao pecado de um homem – Adão, que ele descreve como o nosso ancestral comum (At 17.26; Rm  5.12-14). Apocalipse 12.9 identifica a serpente como o próprio Satanás, aqui em forma corpórea.] Vamos pensar maduramente sobre a fé cristã?

Lição 4: A Queda da Raça Humana (Pb Rodrigo Gomes)

Lição 4: A Queda da Raça Humana (EBP em Foco)

Lição 4: A Queda da Raça Humana (Prof Caramuru)

Lição 4: A Queda da Raça Humana (IEADALPE)

14 de outubro de 2015

(JOVENS) Lição 3: O relacionamento no ambiente de trabalho



Data: 18 de Outubro de 2015

TEXTO DO DIA
E quanto ao homem, a quem Deus deu riquezas e fazenda e lhe deu poder para delas comer, e tomar a sua porção, e gozar do seu trabalho, isso é dom de Deus(Ec 5.19). [Comentário: A capacidade de desfrutar do labor terreno não se deriva de sua força humana estóica, mas da graça conferida por Deus a ricos e pobres igualmente.]

SÍNTESE
O Senhor deu o trabalho ao homem para o pleno desenvolvimento de sua criatividade, potencialidades, humanização e felicidade.

AGENDA DE LEITURA
SEGUNDA — Gn 2.4-15
O Senhor institui o trabalho
TERÇA — Gn 3.17-19
A desobediência tornou o trabalho penoso
QUARTA — Ec 3.11-13
A dignidade do trabalho e direitos do trabalhador
QUINTA — Ec 2.17-24; 6.7
Futilidade e bênçãos provenientes do trabalho
SEXTA — Ec 9.7-10
A felicidade do trabalhador
SÁBADO — Ec 4.4
O trabalhador competente é invejado pelo incompetente

OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
  • COMPREENDER os diversos conceitos de trabalho;
  • REFLETIR sobre o relacionamento no trabalho;
  • REPENSAR o relacionamento com os superiores no trabalho.

INTERAÇÃO
Professor como está a motivação de seus alunos para o tema em apreço? Eles participam das aulas? Respondem as questões? É necessário ensinar os assuntos com dinamismo, criatividade e profundidade, cuidando sempre da boa comunicação. Não são poucos os educandos que desconsideram o tema “relacionamento” por considerarem que já o conhece. Para eles, uma aula monótona e repetitiva é desmotivadora. Todavia, você deve ministrar subsidiado por todos os recursos didáticos e retóricos disponíveis. Ilustrações, palavras e expressões enfáticas, gesticulações apropriadas; “tocar” não apenas a razão, mas a alma, e os sentimentos de seus educandos.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, com base no Subsídio 2, faça um gráfico no quadro, ou com outro recurso que estiver disponível, contendo o seguinte tema: “Os Propósitos Bíblicos do Trabalho”.
Distribua adequadamente o espaço em que será escrito, e, de modo gráfico, disponha os conteúdos:
1) Deus criou os seres humanos para trabalhar.
2) Para prover subsistência aos necessitados.
3) Desenvolvimento da cultura.
A fonte ou referência, base para o gráfico e também a explicação dele é o próprio Referencial Teórico. Se possível leia todo o referencial diretamente no livro indicado.

TEXTO BÍBLICO
2 Tessalonicenses 3.7-13.
7 — Porque vós mesmos sabeis como convém imitar-nos, pois que não nos houvemos desordenadamente entre vós,
8 — nem, de graça, comemos o pão de homem algum, mas com trabalho e fadiga, trabalhando noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós;
9 — não porque não tivéssemos autoridade, mas para vos dar em nós mesmos exemplo, para nos imitardes.
10 — Porque, quando ainda estávamos convosco, vos mandamos isto: que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também.
11 — Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes, fazendo coisas vãs.
12 — A esses tais, porém, mandamos e exortamos, por nosso Senhor Jesus Cristo, que, trabalhando com sossego, comam o seu próprio pão.
13 — E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.

COMENTÁRIO DA LIÇÃO

INTRODUÇÃO
O trabalho deve ser visto pelo cristão não como peso, ou fruto do pecado, como equivocadamente pensam alguns, mas como possibilidade de crescimento e desenvolvimento humano dados por Deus para a plena humanização e realização do homem. [Comentário: O que é trabalho, e onde surgiu? Além da necessidade econômica, por que as pessoas trabalham? Como seguidores de Cristo, o que deve caracterizar nosso trabalho, e como nós devemos nos sentir sobre ele? Enquanto a maioria de nós gastará uma porção significante de nossas vidas no trabalho, parece que só alguns acharão significado e realização naquilo que fazem. O segredo seria um trabalho novo, ou uma atitude nova para com o trabalho que já temos? A juventude cristã nasce em um mundo onde o relativismo cultural e ético começa a ruir os valores considerados absolutos pela Igreja Cristã. O consumismo e a competição mercadológica são os ídolos da presente era, e massas são catequizadas nesta nova religião que alega mentirosamente uma “neutralidade” em termos de fé] Vamos pensar maduramente sobre a fé cristã?

12 de outubro de 2015

Lição 3: E Deus os Criou Homem e Mulher



Lição 3
18 de Outubro de 2015
E Deus os Criou Homem e Mulher

TEXTO ÁUREO
"E de um só fez toda a geração dos homens para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação." (At 17.26)
[Comentário: Aqui fica declarado evidentemente a unidade da raça humana, pois, através de Adão e Eva (Gn 3.20) e, depois, através dos filhos de Noé (Gn 9.19), apareceram todas as raças e nacionalidades de homens. Todas nós procedemos de um mesmo sangue, seja em sentido figurado ou literal, pois os mesmos tipos de sangue são encontrados em todas as raças. A humanidade é uma família universal. “Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? (Ml 2.10). Vivemos em uma comunidade de um único mundo. Nenhuma raça ou nação tem o direito de dominar ou dissociar-se das outras. O apóstolo Pedro disse: “Mas Deus mostrou-me que a nenhum homem chame comum ou imundo... Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção das pessoas; mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo” (At 10.28,34-35). Existem apenas duas divisões da humanidade: os salvos e os não-salvos. Outras diferenças são apenas relativas ao tom de pele ou à cultura, mas todas as pessoas têm parentesco. (Extraído de: Dinâmica do Reino, Bíblia de Estudo Plenitude – SBB. Pág 1132)]
VERDADE PRÁTICA
Deus nos criou à sua imagem e semelhança, para que o amemos e vivamos para a sua glória. [Comentário: Deus criou o homem para a Sua glória (Is 43.7). Ele é a Sua imagem e glória (1Co 11.7). Deus não precisava mostrar a Sua glória ao homem, pois Ele já a tem e ninguém a pode tirar.]

LEITURA DIÁRIA

Segunda - At 17.26
No princípio Deus criou a raça humana 
Terça - Ml 2.10
Deus nos fez; logo, somos todos irmãos
Quarta - Gn 1.27
O homem e a mulher são obras primas da criação de Deus
Quinta - Hb 2.7
Deus nos criou menor do que os anjos
Sexta - Sl 100.3
Que toda a Terra saiba que Deus é o Criador
Sábado - Sl 95.6
Louvemos ao nosso Criador, pois só Ele é digno de receber o louvor


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Gênesis 2.7,18-24

7 - E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.
18 - E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.
19 - Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo animal do campo e toda ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
20 - E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo animal do campo; mas para o homem não se achava adjutora que estivesse como diante dele.
21 - Então, o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar.
22 - E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão.
23 - E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.
24 - Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.

OBJETIVO GERAL
Evidenciar o fato de que Deus criou o homem e a mulher.

HINOS SUGERIDOS: 210,216, 219 da Harpa Cristã

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  1. Apresentar a maneira como o homem foi criado;
  2. Conhecer como se deu a criação da mulher;  
  3. Explicar a constituição do casamento. 

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado professor, aproveite a aula de hoje para mostrar, mediante o relato bíblico da criação, que não somos o resultado da evolução de uma espécie. Diante de tantas teorias falsas a respeito da origem da vida humana, podemos perceber a relevância do tema da aula de hoje para a edificação da nossa fé. Temos um Criador que nos formou e nos dá a vida. Ele cuidadosamente preparou o Éden para receber o ser humano, a mais significativa das suas obras. Homem e mulher foram criados à imagem de Deus. A mulher tem a mesma natureza que o homem, embora fisicamente seja um ser distinto. Tanto o homem como a mulher possuem características próprias do Criador, tais como: o amor pelo belo (Gn 2.9), prazer pelo trabalho significativo (Gn 2.15), responsabilidade moral (Gn 2.16,17) e ambos se complementam por intermédio do casamento. Que a cada dia das nossas vidas venhamos a glorificar aquEle que nos formou e nos dá a vida. 

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Deus não criou o ser humano por mero acaso ou capricho. Fomos chamados à existência como resultado de um desígnio eterno da Santíssima Trindade: "Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra" (Gn 1.26).
Ao contrário do evolucionismo, que vê o homem como um simples fenômeno biológico, o Criacionismo Bíblico mostra-o como a concretização da vontade de um Deus amoroso, sábio e justo. [Comentário: Deus criou o ser humano (macho e fêmea) à sua própria imagem. Estes versículos introduzem a expressão que é a pedra fundamental da compreensão bíblica do ser humano: imagem de Deus. A Imago Dei é apresentada, antes e acima de tudo, em relação a um conceito social ou comunitário de Deus único. É a doutrina de que o Homem foi criado à Imagem Divina. É a resposta bíblica a como surgiu o Homem, Criatura singular entre as existentes. As idéias paulinas de Imago Dei são contextualizadas da Teologia Hebraica que a aceita no contexto da Criação e da Redenção. As palavras hebraicas Tselem, imagem, e demuth, semelhança, constituem-se nos vocábulos dessa doutrina e que no grego são correspondidas por eikon e homoiosis, respectivamente. O Homem foi feito Ícone de Deus e Jesus Cristo é a Ícone em Plena Essência do Deus Invisível. O Cientista e cristão evangélico Adauto Lourenço(*), contestando a evolução, afirma o seguinte: “A teoria da evolução diz que os seres humanos, no caso os Neandertais e os Homo sapiens, teriam vindo de um ancestral comum aos gorilas, chimpanzés e talvez possivelmente aos orangotangos. Analisando o aspecto da ancestralidade, não temos evidências genômicas para comprovar isso [O cientista argumenta em suas palestras que as pesquisas utilizaram um número reduzido de genes para fazer a comparação do homem e do macaco. Por isso, na análise total a semelhança genômica entre as duas espécies seria praticamente nula]. A única possibilidade, então, seria a interpretação do registro fóssil. A interpretação é algo interessante. Não temos uma sequência que mostre seres humanos evoluindo de um ancestral comum aos gorilas e chimpanzés. Temos fósseis como o Australophitecus [na teoria da evolução, este animal é considerado o ancestral direto do homem moderno], em que um dos mais conhecidos é a Lucy [fóssil encontrado em 1974 e apresentada como o elo perdido da sequência da evolução humana]. No entanto, a estrutura óssea mostra questões interessantes a respeito de suas patas, principalmente o sistema locomotor inferior. Esse sistema não permitia a esse animal ficar em pé, ou seja, não tem nada de ancestralidade do ser humano. A imagem de uma Lucy em pé nas suas patas inferiores não existe. Nós sabemos isso por várias publicações científicas de pesquisadores que têm trabalhado no estudo especificamente do sistema locomotor do Australophitecus. Por isso, sabemos que eles nunca foram criaturas que ficaram em pé como o ser humano fica. A evidência é que não houve evolução porque todos esses fósseis que estão sendo encontrados são muito semelhantes aos chimpanzés, gorilas e orangotangos. Eles não são semelhantes aos seres humanos. Ou seja, se pegar esses fósseis e fizer um estudo, o desvio da estrutura do fóssil é muito pequeno ao comparar entre chimpanzés, gorilas e orangotangos. É gigantesca ao comparar com o ser humano. Daí, falam que eram pequenas transições. Não! Eram apenas pequenas variações entre chimpanzés, gorilas e orangotangos. Não era evolução da espécie para chegar ao ser humano. Mas eu entendo que não é essa a compreensão da maioria dos cientistas, principalmente os evolucionistas. Agora, a verdade científica não é estabelecida por número de adeptos, é estabelecida em laboratório. O desvio desses fósseis, com respeito a formas de vida que nós conhecemos hoje, é um desvio menor em função dos chimpanzés, gorilas e orangotangos? Ou é menor com respeito ao ser humano? A resposta é óbvia: os Australophitecus são muito mais parecidos com chimpanzés, gorilas e orangotangos do que qualquer coisa com seres humanos. Chamá-los de ancestrais humanos ou hominídeos é um exagero.”( http://www.origemedestino.org.br/blog/johannesjanzen/?post=497)] Vamos pensar maduramente a fé cristã?
(*) Adauto J. B. Lourenço é formado em Física pela Bob Jones University (1990), Carolina do Sul, EUA. Possui mestrado em Física, obtido na Clemson University (1994), Carolina do Sul, EUA, onde defendeu a tese intitulada “Inelastic Scattering of Helium from Rhodium” . Realizou pesquisas no Max Planck Institut für Strömungsfurchung, em Göttingen, Alemanha, em conjunto com Dr. J. R. Manson e Dr. J. P. Toenies (1992), no Oak Ridge National Laboratory (1990-1993), em conjunto com Dr. R. J. Warmack e Dr. T. L. Ferrell e também coordenou, em conjunto com o engenheiro Ary Biazotto Corte Jr., a pesquisa do equipamento OX-FREE, de anticorrosão, financiada pela FAPESP, durante os anos de 2003-2005.