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Data/Hora Atualizada

30 de agosto de 2016

Lição 10: O Poder Da Evangelização Na Família



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD – ADULTOS - 3º Trimestre de 2016
Título: O desafio da evangelização — Obedecendo o ide do Senhor Jesus de levar as Boas-Novas a toda criatura
Comentarista: Claudionor de Andrade

Lição 10: O Poder Da Evangelização Na Família
Data: 4 de Setembro de 2016

TEXTO ÁUREO
"[...] Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa." (At 16.31) [Comentário: Para outros exemplos de salvação de casas inteiras, ver v. 15; 2.38-39; 10.24, 48; 1Co 1.16. Quando uma pessoa aceitava uma religião, toda a família estava envolvida (v.34) Bíblia de Estudo Genebra, Editora Cultura e SBB, 1999.]

VERDADE PRÁTICA
A salvação pela fé em Jesus deve ser pregada aos filhos e aos familiares não crentes, tanto por meio de palavras quanto por um testemunho bom, eficaz e amoroso.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - 1Pe 3.1-7: O dever do cônjuge cristão
Quinta - Mc 5.1-20: O liberto anuncia a salvação aos de sua casa
Terça - Ef 5.22-24: A sujeição da esposa e o amor do esposo
Sexta - Pv 22.6: O dever de instruir os filhos no caminho
Quarta - 1Co 7.10-16: Instruções ao cônjuge convertido
Sábado - At 10.24-27,44-48: As Boas-Novas no lar de Cornélio
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Atos 16.25-34
25. Perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam.
26. E, de repente, sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos.
27. Acordando o carcereiro e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido.
28. Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos.
29. E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas.
30. E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?
31. E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.
32. E lhe pregaram a palavra do Senhor e a todos os que estavam em sua casa.
33. E, tomando-os ele consigo naquela mesma hora da noite, lavou-lhes os vergões; e logo foi batizado, ele e todos os seus.
34. Então, levando-os a sua casa, lhes pôs a mesa; e, na sua crença em Deus, alegrou-se com toda a sua casa.

OBJETIVO GERAL
Compreender que a salvação pela fé em Jesus deve ser pregada aos filhos e aos familiares não crentes.

HINOS SUGERIDOS: 127, 376, 605 da Harpa Cristã

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
I.      Conscientizar de que os filhos precisam ser evangelizados.
II.     Saber que o nosso maior desafio é evangelizar nossos cônjuges.
III.    Mostrar que precisamos evangelizar nossos parentes

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Professor, procure enfatizar no decorrer da lição que a nossa família deve ser o nosso primeiro e mais importante campo missionário. De que adianta ganhar vidas para Cristo e ter a família longe do Salvador, sem salvação?  Encontramos uma promessa de salvação para nossas famílias em Atos 16.31, porém como crentes temos que fazer a nossa parte: orar em prol da nossa família, jejuar, dar um bom testemunho e anunciar as Boas-Novas. Incentive os alunos a realizarem o culto doméstico em seus lares. É importante adorar a Deus em família e orar unidos. Que nossos lares sejam uma extensão de nossas Igrejas. Você professor, tem cuidado com zelo de sua família? Tem sido um evangelista em seu lar?  Então você não terá dificuldades para falar a respeito do tema desta lição.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
O evangelista Lucas narra a transformação operada pelo Evangelho no lar do carcereiro de Filipos. Responsável pela guarda de Paulo e Silas, o zeloso funcionário público foi profundamente tocado pelo testemunho dos missionários que, mesmo presos, oravam e cantavam ao Senhor. E, quando do terremoto que abalou os alicerces do cárcere, ele, tomado pelo medo, perguntou aos apóstolos: "Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar?" (At 16.30). Paulo e Silas foram precisos em sua resposta: "Crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa" (At 16.31). A decisão do carcereiro abrangeu sua esposa e filhos que, naquela mesma noite, foram batizados. Nesta lição, veremos de que forma poderemos evangelizar os filhos, o cônjuge incrédulo e os vizinhos. O campo missionário começa em nossa casa. [Comentário: Em Atos 16.25-33 encontramos o relato de uma conversão fruto da agonia por uma prisão injusta. Mas foi através dessa injustiça que Deus alcançou o desesperado carcereiro. Ao ruir as paredes da prisão, todos os encarcerados poderiam ter fugido e a pena para aquele carcereiro seria a morte, quando ia suicidar-se, Paulo grita: “Não faça isso! Todos nós estamos aqui!” (At 16.28). Este testemunho de Paulo e Silas tocou o coração do carcereiro e este foi alcançado com a salvação. Notemos que Paulo e Silas não pregaram a Palavra apenas ao carcereiro, mas "a todos os que estavam em sua casa" e assim, aqueles que creram, foram salvos (v. 32). O fato de que a decisão do carcereiro abrangeu sua esposa e filhos que, naquela mesma noite, foram batizados, só foi possível pela exposição do Evangelho em sua casa! Não é o fato de o cabeça do lar ser um salvo que garante à família a salvação, mas o ensino do Evangelho a todos os seus membros. O Rev Hernandes Dias Lopes escreve em seu artigo ‘Quando falta disciplina na família’: “Não existe curso de doutorado em paternidade. Grandes homens fracassaram rotundamente nesse sublime, mas árduo ministério. Um clássico exemplo dessa realidade é o sacerdote Eli. Diz a Escritura que seus filhos eram filhos de Belial e não se importavam com o Senhor (1Sm 2.12). Eli foi juiz e sacerdote de Israel por quarenta anos. Era um homem de Deus, que tinha discernimento das coisas espirituais. Em seu longo ministério, certamente cuidou de milhares de famílias e aconselhou muitos filhos a honrarem seus pais e a obedecerem a Deus. Porém, Eli deixou de disciplinar seus próprios filhos.” http://hernandesdiaslopes.com.br/2014/12/quando-falta-disciplina-na-familia/#.V8TbIBIszIU. Qual foi o problema com Eli? A complacência e conivência com os pecados dos filhos! Eli e sua família são um alerta para nós. Disse J C Ryle: “Conjuro -vos, ó pais, a que se esforcem até ao fim para ensinarem a vossos filhos no caminho em que devem andar. Conjuro-vos não apenas por causa das almas deles; eu vos conjuro por causa da vossa própria consolação e paz futuras. A vossa própria felicidade depende verdadeira e grandemente disso. Os filhos são a causa das lágrimas mais tristes que um homem jamais derramou”. The Duties of Parents, pp. 36-37.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?


PONTO CENTRAL
A família deve ser o nosso primeiro e mais importante campo missionário.

23 de agosto de 2016

Lição 9: A evangelização das Crianças



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD – ADULTOS - 3º Trimestre de 2016
Título: O desafio da evangelização — Obedecendo o ide do Senhor Jesus de levar as Boas-Novas a toda criatura
Comentarista: Claudionor de Andrade

Lição 9: A evangelização das Crianças
Data: 28 de Agosto de 2016

TEXTO ÁUREO
Assim também não é vontade de vosso Pai, que está nos céus, que um destes pequeninos se perca(Mt 18.14).

VERDADE PRÁTICA
A evangelização das crianças é urgente, porque delas dependem o presente e o futuro do Reino de Deus.

LEITURA DIÁRIA
Segunda  Mc 16.15 - O “Ide” de Jesus alcança as crianças
Terça  Mc 10.14 - Jesus chama a si os pequeninos
Quarta  Mt 18.14; 1Tm 2.4 - Deus almeja a salvação das crianças
Quinta  Mt 18.2,3 - A criança é apta a receber Jesus
Sexta  Dt 6.7 - Os pais devem ensinar seus filhos a respeito de Deus
Sábado  Sl 78.4-8 - O conhecimento de Deus e as crianças

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 18.2-6; Marcos 10.13-16.
Mateus 18
2. E Jesus, chamando uma criança, a pôs no meio deles
3. e disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus.
4. Portanto, aquele que se tornar humilde como esta criança, esse é o maior no Reino dos céus.
5. E qualquer que receber em meu nome uma criança tal como esta a mim me recebe.
6. Mas qualquer que escandalizar um destes pequeninos que creem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha, e se submergisse na profundeza do mar.

Marcos 10
13. E traziam-lhe crianças para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhas traziam.
14. Jesus, porém, vendo isso, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir os pequeninos a mim e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus.
15. Em verdade vos digo que qualquer que não receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele.
16. E, tomando-as nos seus braços e impondo-lhes as mãos, as abençoou.

HINOS SUGERIDOS
46, 115 e 449 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL
Perceber que a evangelização das crianças é necessária e urgente.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  • I. Conscientizar de que a criança é pecadora e pode perder-se.
  • II. Saber que a criança crê e pode ser salva.
  • III. Mostrar como evangelizar as crianças.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Professor, a grande comissão dada por Jesus também inclui as crianças (Mc 16.15). Erroneamente, muitos quando leem essa ordenança pensam somente nos adultos. Mas, o Ide de Jesus também é para os pequeninos.
As crianças precisam ser evangelizadas e discipuladas para que tenham um encontro pessoal com Jesus Cristo. Quando uma criança é ganha para Jesus, tem-se uma vida toda que pode ser dedicada ao Reino de Deus. Na Palavra de Deus temos o exemplo de Timóteo, que aprendeu as Sagradas Escrituras ainda na infância e quando jovem tornou-se um pastor, um obreiro fiel.
Jesus amou as crianças e dedicou em seu ministério um tempo para estar com elas, abençoando-as. Infelizmente, muitos líderes ainda não investem no ministério infantil como deveriam. As crianças precisam ser amadas, respeitadas e apascentadas. Incentive seus alunos a orar e evangelizar também as crianças.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Ao ordenar a pregação do Evangelho a toda criatura, Jesus referia-se também às crianças. Ele jamais as deixaria de fora, pois a vontade do Pai é que nenhuma delas se perca, mas que todas se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade (1Tm 2.4). Vamos, em nossa ação evangelística, empregar todos os nossos recursos para conduzir as criancinhas a Cristo. Quanto mais cedo elas forem evangelizadas, maior será a sua chance de escapar aos perigos físicos, morais e espirituais que as rodeiam. A evangelização dos pequeninos é mais do que prioritária; é urgentíssima. [Comentário: Porque evangelizar crianças? A única maneira de ser salvo, seja criança ou adulto, é sendo remido pelo sangue de Jesus e regenerado pelo Espírito Santo. Há quem diga que as crianças nascem com "a semente do pecado". Considero essa maneira de falar um eufemismo, uma suavização desnecessária e sem apoio bíblico. “Todos pecaram e separados estão da glória de Deus” (Rm 3:23), e isto inclui os infantes que morrem, inclusive os abortados, se é que consideramos que uma pessoa forma-se na concepção. Outros falaram que as crianças tem uma natureza pecaminosa, mas não o pecado. Também é uma maneira de reduzir o mal-estar por considerar pecadores os que nós intuitivamente achamos "inocentes". É verdade que as crianças possuem uma natureza pecaminosa, uma inclinação, predisposição para o mal. Mas elas também vem a este mundo com a culpa pelo pecado de Adão, que é imputada à toda raça, sem exceção – inevitavelmente, todos nascem no estado de inimizade com Deus, por essa razão, devemos buscar também os pequeninos.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?


PONTO CENTRAL
A evangelização das crianças é urgente, pois Deus almeja a salvação delas.

I. A CRIANÇA É PECADORA E PODE PERDER-SE
Enquanto a criança não entrar pela porta da salvação, a sua condição diante de Deus em nada difere da posição de um pecador adulto. [Comentário: Pode parecer estranho e conflitante com o texto áureo e outros textos paralelos a este, pensar em uma criança sendo condenada ao inferno. Seria justo condenar crianças ao inferno? O que diz as Escrituras?]

14 de agosto de 2016

Lição 8: A Evangelização dos Grupos Religiosos



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD – ADULTOS - 3º Trimestre de 2016
Título: O desafio da evangelização — Obedecendo o ide do Senhor Jesus de levar as Boas-Novas a toda criatura
Comentarista: Claudionor de Andrade

Lição 8: A Evangelização dos Grupos Religiosos
21 de Agosto de 2016

Texto Áureo
"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus." (Jo 3.5)

Verdade Prática
Se todas as religiões fossem, de fato, boas e salvadoras, a morte expiatória de Cristo não seria necessária. Só Jesus salva.

LEITURA DIÁRIA
Segunda At 17.22: A religião é essencial ao homem
Terça Tg 1.26: Existem religiões vãs
Quarta Tg 1.27: Só há uma religião verdadeira
Quinta 1Jo 2.18,19: A religião do Anticristo
Sexta Jo 14.6: Jesus é o único caminho até Deus
Sábado At 4.12: Somente Cristo Salva

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
João 3.1-16
1 E havia entre os fariseus um homem, chamado Nicodemos, príncipe dos judeus.
2 Este foi ter de noite com Jesus, e disse-lhe: Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.
3 Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
4 Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?
5 Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.
6 O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito.
7 Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo.
8 O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito.
9 Nicodemos respondeu, e disse-lhe: Como pode ser isso?
10 Jesus respondeu, e disse-lhe: Tu és mestre de Israel, e não sabes isto?
11 Na verdade, na verdade te digo que nós dizemos o que sabemos, e testificamos o que vimos; e não aceitais o nosso testemunho.
12 Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?
13 Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu.
14 E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado;
15 Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
16 Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

HINOS SUGERIDOS 65,167, 395 DA HARPA CRISTÃ

OBJETIVO GERAL
Compreender que se as religiões fossem salvadoras, a morte expiatória de Cristo não seria necessária.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
I. Apresentar alguns dos mitos da religião.
II. Mostrar como podemos evangelizar os religiosos.
III. Conhecer os grupos religio­sos que representam desafios para a Igreja.

• INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Professor, na lição de hoje estudaremos a respeito de alguns grupos religiosos. A palavra religião vem do latim religiones. Segundo o pastor Claudionor de Andrade, esse termo é oriundo de religare, ligar outra vez. A religião liga o homem ao Criador, todavia ela não tem poder para salvá-lo. A salvação é obtida somente pela graça. Ela é um dom gratuito de Deus que o pecador recebe pela fé no sacrifício vicário de Jesus Cristo. Ninguém será salvo por pertencer a uma igreja ou grupo religioso. Nicodemos era um homem religioso, um fariseu, e ao se encontrar com Jesus, o Salvador lhe falou a respeito da necessidade de ser transformado e de nascer de novo (Jo 3.3). Existe o mito de que toda religião é boa e leva o homem até Deus, mas o único caminho que pode nos conduzir até o Pai chama-se Jesus Cristo. Ele mesmo afirmou: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai se não por mim” (Jo 14.6). Professor, identifique os grupos religiosos que estão ao redor de sua igreja ou congregação e incentive seus alunos a alcançarem esses grupos com as Boas-Novas de salvação.

INTRODUÇÃO
Evangelizar os religiosos é um dos maiores desafios da Igreja de Cristo no século XXI. Ao contrário do que supunham os racionalistas, o sentimento religioso do ser humano não foi destruído pelo avanço da ciência. Hoje, pessoas de todas as classes sociais continuam a procurar refúgio na religião. Nessa busca, milhões de almas famintas deixam-se enredar por guias inescrupulosos, demônios e falsos deuses. Falar de Cristo aos religiosos também é nossa missão. No Brasil, deparamo-nos com estes grupos altamente desafiadores e prioritários: católicos, espíritas, judeus, muçulmanos, ateus e desviados. Com base na ação evangelística de Cristo, veremos como falar da verdadeira religião aos religiosos. [Comentário: Cristo não veio fundar uma religião, ensinar doutrinas atraentes, deixar um exemplo, reformar a nossa vida; Sua encarnação teve um propósito bem definido: ‘buscar e salvar o que se havia perdido’ (1Tm 1.15; Lc 19.10). Ele mesmo diz que não veio chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9.13) e podemos chegar confiadamente a Ele e isso implica dizer que, aquele que não crê está condenado (v.18). É a fé o meio pelo qual o homem recebe a vida eterna. O que crê, tem a vida eterna, agora, e o que não crê “já está julgado”, apesar de muitos pensarem que a condenação é somente futura. O fato é que as Escrituras tem razão quando afirma que ‘Os homens amaram mais as trevas do que a luz’ (v. 19): As trevas na esfera moral e mental, o pecado, a superstição. Os homens não podem aceitar a Jesus sem abandonar tudo isso. E tanto amam o mundo, que não querem abandoná-lo. Como Adão, no Éden, ao tomar conhecimento que estava nu, coseu folhas de figueira para encobrir sua vergonha, a humanidade entenebrecida tem sua religiões nessa tentativa de ‘encobrir’ seu pecado e religar-se com o divino. O que a humanidade precisa saber, é que essa ‘religação’ já aconteceu, pela cruz ensangüentada, e somente por ela, estaremos em paz com Deus! Essa é a boa-nova, esse é o Evangelho. O mundo possui grandes religiões: cristãos, islâmicos, budistas, hinduístas, animistas e outras religiões minoritárias. Nessa lição, há um tópico sobre os Católicos, mas eles não são Cristãos? O catolicismo praticado no Brasil é fortemente influenciado pelo espiritismo, enquanto o animismo de muitos grupos indígenas é influenciado pelo catolicismo e em alguns casos também pelo candomblé. Este fenômeno também acontece com outras religiões. Assim, estes também devem ser evangelizados, e também muitos ditos evangélicos, devem ser alcançados com as boas-novas do Evangelho.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

Ponto central
A Igreja do Senhor deve se empenhar para alcançar os grupos religiosos.

I- OS MITOS DA RELIGIÃO
Genericamente, a religião é definida como um sistema doutrinário e litúrgico, que facilita o acesso do ser humano a Deus. A partir desse conceito, foram criados três mitos que barram o acesso do pecador ao céu.
1. Mito um: todas as religiões são boas. Não podemos afirmar que todas as religiões são boas. Vejamos, por exemplo, o caso de Moloque. Em sua adoração, os amonitas queimavam suas criancinhas (Lv 18.21; Jr 32.35). E, no culto a Baal-Peor, divindade venerada pelos midianitas e moabitas, os desregramentos sexuais não tinham limites (Os 9.10). A prática de tais abominações levaram o Senhor a castigar severamente a Israel (Nm 25). Vê-se, pois, que nem todas as religiões são boas. [Comentário: Moloch ou Moloque na tradição bíblica, é o nome do deus adorado pelos amonitas, uma etnia de Canaã (povos presentes na península arábica e na região do Oriente Médio), e no seu culto, sacrificavam seus recém-nascidos, jogando-os em uma fogueira – desse culto vem a palavra ‘moleque’, a criança oferecida à Moloque, estas eram jogadas em uma cavidade da estátua, onde havia fogo consumindo assim a criança viva. ‘Moleque’ éuma palavra africana proveniente do noroeste da Angola, onde tribos que adoravam Moloque, colocavam o nome de moleque ou moleka, em crianças que estavam destinadas ao dêmonio Moloque.]

Lição 8: A Evangelização dos Grupos Religiosos (EBP em Foco)

Lição 8: A Evangelização dos Grupos Religiosos (Prof Caramuru)

9 de agosto de 2016

Lição 7: O Evangelho no mundo acadêmico e político



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD – ADULTOS - 3º Trimestre de 2016
Título: O desafio da evangelização — Obedecendo o ide do Senhor Jesus de levar as Boas-Novas a toda criatura
Comentarista: Claudionor de Andrade


Lição 7: O Evangelho no mundo acadêmico e político
Data: 14 de Agosto de 2016

TEXTO ÁUREO
A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus(1Co 2.4,5). [Comentário: Tanto o conteúdo quanto o estilo da pregação de Paulo se harmonizavam com caminhos de Deus conforme revelados na cruz. Ele não pregava para exibir suas habilidades oratórias e para chamar a atenção para si mesmo; ao invés disso, ele falava em temor, e em grande temor. demonstração do Espírito e de poder se refere tanto aos sinais que se seguia sua exposição, quanto ao poder de transformação do Espírito Santo nas vidas daqueles que ouviam a mensagem.]

VERDADE PRÁTICA
Somente o Evangelho de Cristo, no poder do Espírito Santo, para destruir as fortalezas e a resistência do universo acadêmico e do mundo político.

LEITURA DIÁRIA

Segunda — Dn 1.1-8 - Os hebreus na universidade de Babilônia
Terça — Dn 1.19,20 -A excelência acadêmica de Daniel
Quarta — 1Co 1.18 - A supremacia da Mensagem da Cruz
Quinta — 1Tm 2.7 - Paulo, doutor dos gentios
Sexta — Cl 4.14 - Lucas, um evangelista acadêmico
Sábado — Mt 23.34 - Sábios a serviço do Evangelho de Jesus Cristo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Daniel 2.24-28.
24. Por isso, Daniel foi ter com Arioque, ao qual o rei tinha constituído para matar os sábios da Babilônia; entrou e disse-lhe assim: Não mates os sábios de Babilônia; introduze-me na presença do rei, e darei ao rei a interpretação.
25. Então, Arioque depressa introduziu Daniel na presença do rei e disse-lhe assim: Achei um dentre os filhos dos cativos de Judá, o qual fará saber ao rei a interpretação.
26. Respondeu o rei e disse a Daniel (cujo nome era Beltessazar): Podes tu fazer-me saber o sonho que vi e a sua interpretação?
27. Respondeu Daniel na presença do rei e disse: O segredo que o rei requer, nem sábios, nem astrólogos, nem magos, nem adivinhos o podem descobrir ao rei.
28. Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça na tua cama são estas:

HINOS SUGERIDOS
63, 149 e 600 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL
Mostrar que precisamos alcançar com as Boas-Novas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  • I. Compreender que Daniel fez a diferença na universidade de Babilônia.
  • II. Conscientizar de que Daniel e seus amigos souberam realçar a soberania do Deus único e verdadeiro na academia babilônica.
  • III. Explicar a intervenção de Deus na política babilônica.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Como Igreja do Senhor Jesus, precisamos alcançar a todos com as Boas-Novas. O mundo acadêmico e político também precisam de ações evangelísticas por parte da Igreja. A Escola Dominical deve preparar os crentes para serem testemunhas do Deus Todo-Poderoso nas universidades e na esfera política. Infelizmente, ao chegar às universidades, muitos acabam sendo envolvidos por filosofias malignas, apostatando da fé cristã. Precisamos seguir o exemplo de Daniel e seus amigos. Eles tiveram uma vida pública, política e acadêmica de sucesso, exaltando e glorificando o nome do Senhor. Estes não se deixaram contaminar pela cultura babilônica, mas foram “sal” e “luz” em meio a uma sociedade corrompida pelo pecado.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
A evangelização nas universidades também deve ser uma prioridade máxima da igreja, pois do universo acadêmico saem os cientistas, educadores, formadores de opinião e boa parte dos governantes e legisladores. Cabe-nos, pois, preparar adequadamente nossos irmãos em Cristo, a fim de que, no campus, atuem como reais testemunhas de Jesus Cristo. Somente desta maneira viremos a ter um país mais justo e comprometido com a Ética Cristã. Nesta lição, veremos o exemplo de Daniel e seus três companheiros. Exilados em Babilônia, destacaram-se como acadêmicos, servidores públicos e políticos. Eles mostraram, em atos e palavras, a supremacia do Deus de Israel. A vida desses hebreus serve de exemplo aos acadêmicos e políticos cristãos, que lutam por levar o Evangelho às mais altas esferas do conhecimento e do poder. [Comentário: Dados do Ministério da Educação e Cultura (MEC) mostram que no Brasil há quase seis milhões de estudantes universitários. O ‘mundo acadêmico’ pode ser muito chocante para alguém que vive em um ambiente separado como a igreja, mas esse ambiente é na verdade um extrato social com a diferença de ser mais refinado intelectualmente, assim, a evangelização universitária se torna um braço da igreja dentro dos campus, onde estudam e convivem os jovens da igreja, onde se deparam com toda sorte de filosofia anticristã, além de outras mazelas que também estão presentes na vida secular comum. Nisto é imprescindível que o jovem crente tenha uma boa e sólida formação cristã, caso contrário, poderá ser tragado pelas fortes ondas da sedução. Nesse aspécto, os quatro jovens escolhidos de todas as tribos de Judá, exilados na Babilônia - Daniel, Hananias, Misael e Azarias, são um excelente exemplo de como deve-se portar os jovens crentes no ambiente acadêmico. Daniel passou por várias provações e permaneceu em posições importantes até o fim do império babilônico, que caiu perante os medo-persas em 539 a.C. Daniel, então velho, ainda serviu por alguns anos no governo do novo império. Foi neste período que ele se mostrou fiel na sua provação mais conhecida, sobrevivendo uma noite na cova dos leões. Devido à sua fidelidade e determinação de fazer a vontade de Deus, Daniel foi chamado de “homem muito amado” e foi usado pelo Senhor para revelar aos seus servos algumas das mensagens mais importantes do Antigo Testamento. Agora, vamos observar a determinação deste servo de Deus.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?