Classe Virtual:

20 de abril de 2015

Lição 4: A Tentação de Jesus


2º Trimestre de 2015
Lição 4
26 de abril de 2015
A Tentação de Jesus

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
"Porque não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado." (Hb4.15)
Jesus firmou-se na Palavra de Deus para vencer Satanás. Assim devemos agir para obter a vitória.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Lc 4.2; 1 Co 10.13
A tentação é uma realidade para todos os crentes

Quinta - Lc 4.5-8
A tentação de ser prestigiado e assim descumprirmos o propósito
Terça - Lc 4.3; 1 Pe 5.8
A necessidade constante de vigilância ante a tentação
Sexta - Lc 4.9
A tentação de ser notado quando Deus quer discrição
Quarta - Gn 3.6; Lc 4.3,4
A tentação de ser saciado em um momento de necessidade
Sábado - Lc 4.12,13
Em Jesus Cristo podemos vencer
a tentação

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 4.1-13
1 - E Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto.
2 - E quarenta dias foi tentado pelo diabo, e, naqueles dias, não comeu coisa alguma, e, terminados eles, teve fome.
3 - E disse-lhe o diabo: Se tu és o Filho de Deus, dize a esta pedra que se transforme em pão.
4 - E Jesus lhe respondeu, dizendo: Escrito está que nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra de Deus.
5 - E o diabo, levando-o a um alto monte, mostrou-lhe, num momento de tempo, todos os reinos do mundo.
6 - E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória, porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero.

7 - Portanto, se tu me adorares, tudo será teu.
8 - E Jesus, respondendo, disse-lhe: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Adorarás o Senhor, teu Deus, e só a ele servirás.
9 - Levou-o também a Jerusalém, e pô-lo sobre o pináculo do templo, e disse-lhe: Se tu és o Filho de Deus, lança-te daqui abaixo,
10 - porque está escrito: Mandará aos seus anjos, acerca de ti, que te guardem
11 - e que te sustenham nas mãos, para que nunca tropeces com o teu pé em alguma pedra.
12 - E Jesus, respondendo, disse-lhe: Dito está: Não tentarás ao Senhor, teu Deus.
13 - E, acabando o diabo toda a tentação, ausentou-se dele por algum tempo.

HINOS SUGERIDOS: 75, 308, 422 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Mostrar que Jesus foi tentado, mas venceu toda tentação pelo poder da Palavra de Deus.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Abaixo, os objetivos específicos referem-se aos que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
  • I.    Compreender a realidade da tentação.
  • II.   Explicar como Jesus venceu a tentação de ser saciado.
  • III.  Saber como Jesus venceu a tentação de ser celebrado.
  • IV. Analisar as artimanhas do Inimigo para que Jesus cedesse à tentação de ser notado.


COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

A tentação é uma realidade com a qual todo crente, em algum momento, irá se deparar. Não existe ninguém que seja imune à tentação, pois até mesmo Jesus, o homem perfeito, foi tentado! A resposta à tentação não é, portanto, negá-la, mas enfrentá-la à luz da Palavra de Deus. Nesta lição iremos aprender como Jesus enfrentou a tentação e derrotou Satanás. Veremos a sutileza do Diabo em tentar o Filho de Deus em um momento de extrema carência e necessidade física, e como o Filho do Homem o derrotou ao dizer "não" a cada uma de suas propostas. Por fim, destacaremos que a vitória de Jesus é também a nossa. [Comentário: Tentação É um desejo violento da alma humana a fazer algo que pode ser certo ou errado. Do latim temptatio ou tentatio, ataque, tentativa; é o ato ou efeito de tentar; movimento interior que nos instiga a fazer o mal; apetite, desejo violento. Deus nos criou com um coração que tem desejos (Sl 37.5), depois da queda, este coração deseja o que é contrário a Deus e à Sua Palavra. Lidar com o pecado e com aquilo que nos leva a ele, tem sido o grande desafio de cada crente ao longo de todos esses séculos. É importante lembrar que a tentação está intimamente ligada ao pecado, mas não é o pecado em si. Na verdade, ela é algo que antecede qualquer ato pecaminoso. Ninguém precisa sair atrás da tentação porque ela vem muito naturalmente. Ela vem ao pobre, ao rico, aos crentes e aos descrentes. O crente novo é tentado, e também o crente antigo. Jesus Cristo foi tentado. Sem a tentação e o direito de escolher entre o bem e o mal seríamos uma máquina, e Deus não nos isenta das nossas responsabilidades na hora da escolha. Os próprios discípulos de Jesus lidaram com isso e não é diferente conosco. Naqueles momentos de agonia que antecederam sua crucificação, Jesus ainda buscava o crescimento espiritual e a preparação daqueles homens para os grandes desafios que teriam pela frente. O primeiro desafio de Jesus é claramente coordenado pelo Espírito Santo que o conduz a uma área deserta para jejuar. Em seguida, permite que o enfraquecido Salvador seja testado por Satanás. A vitória de Cristo demonstra o tema de Lucas. Jesus é um ser humano ideal, diferentemente de Adão e Eva, que caíram (4.1-13). Mateus deixa claro que foi o próprio Espírito Santo que o levou ao deserto para ser tentado. Não partiu de Satanás tal atitude. Jesus não foi guiado ao deserto por uma força maligna, mas foi conduzido pelo Espírito Santo. Foi pela expressa vontade de Deus que esta crise se produziu na vida de Jesus. Não é que o Senhor queria ver se Jesus cairia ou não, mas uma demonstração da impossibilidade da Sua queda. À semelhança de Adão, Jesus foi tentado, com uma diferença: Adão foi tentado no Jardim do Éden e caiu, Jesus foi tentado no deserto e venceu a Satanás.]. Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!

Vídeo 2_Lição 4: A tentação de Jesus (Prof Caramuru, AD Belémzinho, São Paulo-SP)

Vídeo 1_Lição 4: A Tentação de Jesus (TV ADNP)

14 de abril de 2015

JOVENS_Lição 3: Jesus e os Grupos Político-religiosos de sua Época


THINKING MATURELY ABOUT THE CRISTIAN FAITH

Jovens

2º Trimestre de 2015
Lição 3
19 de abril de 2015
Jesus e os grupos político-religiosos de sua época

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
“Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que fechais aos homens o Reino dos céus; e nem vós entrais, nem deixais entrar aos que estão entrando” (Mt 23.13).
Embora tenha convivido com os grupos religiosos de sua época, Jesus apontou seus erros e hipocrisia.

AGENDA DE LEITURA

SEGUNDA — Mt 16.6
O fermento dos fariseus e saduceus

QUINTA — Lc 18.10-14
O orgulho dos fariseus
TERÇA — Mt 22.34-46
A resposta ao fariseu
SEXTA — Mc 3.6
A estratégia dos herodianos
QUARTA — Lc 15.2
Murmuração dos religiosos
SÁBADO — Tg 1.27
A verdadeira religião

TEXTO BÍBLICO
Mateus 23.1-8.
1 — Então, falou Jesus à multidão e aos seus discípulos,
2 — dizendo: Na cadeira de Moisés, estão assentados os escribas e fariseus.
3 — Observai, pois, e praticai tudo o que vos disserem; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não praticam.
4 — Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem sobre os ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los.

5 — E fazem todas as obras a fim de serem vistos pelos homens, pois trazem largos filactérios, e alargam as franjas das suas vestes,
6 — e amam os primeiros lugares nas ceias, e as primeiras cadeiras nas sinagogas,
7 — e as saudações nas praças, e o serem chamados pelos homens: — Rabi, Rabi.
8 — Vós, porém, não queirais ser chamados Rabi, porque um só é o vosso Mestre, a saber, o Cristo, e todos vós sois irmãos.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: 
I.   APRESENTAR os grupos político-religiosos da época de Jesus;
II.  COMPREENDER a postura de Jesus frente a tais grupos;
III. MOSTRAR como o cristão deve se comportar diante da diversidade religiosa contemporânea.
COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

No contexto do Novo Testamento, a nação judaica não era homogênea. Ao contrário disso, ela estava dividida em vários grupos e partidos com doutrinas, ideologias e tradições distintas, movidos ora por motivações políticas, ora religiosas. Nesse sentido, saduceus, fariseus, essênios, zelotes e herodianos formavam os principais partidos políticos e seitas religiosas daquela época. Nesta lição, veremos as características desses grupos, e como Jesus, com sua sabedoria e coragem, conviveu e reagiu a eles, nos deixando o exemplo de como viver dentro de um ambiente de pluralismo religioso como o presenciado nos dias atuais, com respeito e defesa da verdade. [Comentário: Os dias vividos por Jesus não eram muito diferentes dos nossos. Ele conviveu em um ambiente pluralista tanto religiosa quanto politicamente. Surgiram vários grupos judaicos no 1º século, que influênciaram a sociedade da época. O historiador judeu Flávio Josefo comenta: “Existem, com efeito, entre os judeus, três escolas filosóficas: os adeptos da primeira são os fariseus; os da segunda, os saduceus; os da terceira, que apreciam justamente praticar uma vida venerável, são denominados essênios: são judeus pela raça, mas, além disso, estão unidos entre si por uma afeição mútua maior que a dos outros.JOSEFO, Flávio. Bellum Iudaicum II, VIII, 119. A origem de tais grupos se dá em um contexto de reação contra o misticismo e ameaça da existência do judaísmo e que ora tem motivações políticas, ora religiosas, ora filosóficas. Ainda, se por um lado a sinagoga é criada como instrumento de preservação do judaísmo, por outro é uma das responsáveis pela facilitação do surgimento dos diversos grupos judaicos. Dessa forma, as sinagogas eram utilizadas como plataforma nas quais os grupos propagavam suas opiniões ao discordarem dos dirigentes do Templo. Foram justamente estes partidos religiosos que se opuseram ao ministério de Jesus e sua mensagem. De certa forma tantos os Saduceus, Fariseus, Essênios, Zelotes, Hassidim e Herodianos se viram confrontados pela mensagem pregada por Jesus: “E Jesus disselhes: Adverti, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e saduceus” (Mt 16.6). Estes grupos perseguiram Jesus de forma acentuada: “E, tendo saído os fariseus, tomaram logo conselho com os herodianos contra ele, procurando ver como o matariam”. (Mc 3.6). Estes grupos judaicos mudaram a essência da fé judaica, e por isso, se por um lado surgiram com o intuito de preservar a fé judaica, por outro lado foram exatamente os responsáveis por fazer com que a fé judaica original se tornasse diferente desse judaísmo. Por isso, modificaram aquilo que tanto desejavam preservar. Robson T. Fernandes, colunista do site NAPEC-Apologética Cristã, escreve em seu artigo intitulado “Os grupos judaicos na época de Cristo“: “Quando observamos o aspecto filosófico do judaísmo, encontramos três grupos, como fez Josefo – Fariseus, Saduceus e Essênios. Porém, quando observamos o aspecto étnico encontramos os samaritanos que são uma miscigenação de judeus e gentios, e os herodianos que possuíam um laço consanguíneo com Herodes, o Grande. Ainda, haviam os zelotes que eram um grupo político do século I que buscava promover uma rebelião contra o Império Romano, com o intuito de libertar Israel pela força e que termina por promover a Primeira Guerra Judaico-Romana (66-70). Ainda, outros grupos são encontrados entre os judeus, a exemplo dos sicários e dos publicanos. Os Sicários eram um subgrupo oriundo dos zelotes, porém, mais radicais. O termo é originário do latim ‘sicarius’ e significa ‘homem da adaga’. Essa expressão só surge algumas décadas após a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., de acordo com Kippenberg, que afirma, ainda, que o termo “foi a denominação dada ao movimento revolucionário rural da Judéia” [4] e já o termo zelotes se referia a “um movimento sacerdotal” [5], isto é, de cunho mais religioso. Por essa razão, o grupo dos Sicários não será tratado em particular neste artigo, pois são uma subdivisão dos zelotes. Os Publicanos eram os coletores de impostos nas províncias do Império Romano. De acordo com Buckland [6], haviam dois tipos de Publicanos: os Publicanos Gerais e os Publicanos Delegados. Os Publicanos Gerais respondiam ao imperador romano e eram responsáveis pelos impostos. Os Publicanos Delegados eram aqueles que eram comissionados pelos Gerais para coletar os impostos nas províncias. Estes eram considerados como “ladrões e gatunos”. Muito embora fossem odiados pelos seus compatriotas, os judeus, Buckland afirma que diferentemente dos fariseus, os Publicanos não eram hipócritas. Como os Publicanos são mais uma “profissão” do que um grupo filosófico-político-religioso ele não será tratado em particular neste artigo. Diante do quadro apresentado é importante se estudar cada um desses grupos de forma separada, para depois se montar o quadro político-religioso geral da nação. Por último, buscar aprender com a história para que não se cometam os mesmos erros outra vez”. http://www.napec.org/religioes/os-grupos-judaicos-na-epoca-de-cristo. Vamos entender um pouco destes grupos.] Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
Para continuar lendo, clique abaixo:

13 de abril de 2015

2º Trim 2015_Lição 3: A Infância de Jesus


THINKING MATURELY ABOUT THE CRISTIAN FAITH

2º Trimestre de 2015
Lição 3
19 de abril de 2015
A Infância de Jesus

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA
“E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens” (Lc 2.52).
Crescer de forma integral e uniforme, como Jesus cresceu, deve ser o alvo de todo cristão.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Lc 2.40,52; Mc 6.31,32
Jesus ensina a respeito do cuidado com o corpo

Quinta - Lc 12.50
Jesus e o desenvolvimento da personalidade
Terça - Lc 2.51
Jesus e o seu proceder familiar impecável
Sexta - Lc 20.19-26
Jesus e o controle emocional diante das dificuldades
Quarta - Lc 4.16
Jesus Cristo e a cultura do seu tempo
Sábado - Lc 2.46-49
Jesus e o fortalecimento do espírito

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Lucas 2.46-49; 3.21,22.
Lucas 2
46 — E aconteceu que, passados três dias, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os.
47 — E todos os que o ouviam admiravam a sua inteligência e respostas.
48 — E, quando o viram, maravilharam-se, e disse-lhe sua mãe: Filho, por que fizeste assim para conosco? Eis que teu pai e eu, ansiosos, te procurávamos.
49 — E ele lhes disse: Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?

Lucas 3
21 — E aconteceu que, como todo o povo se batizava, sendo batizado também Jesus, orando ele, o céu se abriu,
22 — e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea, como uma pomba; e ouviu-se uma voz do céu, que dizia: Tu és meu Filho amado; em ti me tenho comprazido.

HINOS SUGERIDOS: 179, 184, 190 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Apresentar a infância de Jesus Cristo segundo o Evangelho de Lucas.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a: Abaixo, os objetivos específicos referem-se aos que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
·   I. Mostrar que Jesus cresceu fisicamente.
·   II. Conhecer como se deu o crescimento social de Jesus.
·   III. Saber como se deu o desenvolvimento cognitivo de Jesus.
·   IV. Aprender como se deu o desenvolvimento espiritual de Jesus.


COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

As Escrituras revelam que Jesus era plenamente Deus e plenamente homem! Ao dizerem que Jesus é cem por cento Deus e cem por cento homem, teólogos cristãos estão afirmando essa mesma verdade de uma outra forma. Deus se humanizou em Cristo (2Co 5.19) e isso é conhecido na teologia cristã como o grande mistério da encarnação. Conhecer o Jesus divino é maravilhoso e bíblico, mas conhecer o Jesus humano o é da mesma forma. Aqui, vamos aprender que Jesus cresceu como qualquer ser humano. Ele cresceu física, social, psicológica e espiritualmente. Em cada uma dessas dimensões, Ele deixou ricos aprendizados para todos nós. [Comentário: São poucos os registros bíblicos a respeito da infância de Jesus, o Evangelho de Lucas, em especial, narra os acontecimentos dos dias da infância de Cristo, ainda que de forma sucinta. Além de Lucas 2.41-52, a Bíblia se cala num silêncio inquietante sobre a juventude de Jesus. O que podemos inferir da passagem acima elucida algumas coisas sobre a Sua infância: Primeiro, Ele era filho de pais muito devotos a seus rituais religiosos. Como exigido pela sua fé, José e Maria faziam a sua peregrinação anual a Jerusalém para a festa da Páscoa. Além disso, eles trouxeram seu filho de 12 anos para comemorar a Sua primeira festa em preparação ao Seu Bar Mitzvá aos 13 anos, quando os meninos judeus comemoravam a sua passagem à idade adulta. Aqui vemos um típico menino de uma família típica daquela época. Vemos também nessa história que a permanência de Jesus no templo não era nem maliciosa nem desobediente, mas um resultado natural de saber que tinha a tarefa de cuidar dos interesses do Pai. O fato de que Ele estava surpreendendo os professores do templo com a Sua sabedoria e conhecimento fala de Suas habilidades extraordinárias, enquanto que Sua escuta e perguntas aos anciãos mostram que era absolutamente respeitoso, assumindo o papel de um estudante, assim como era apropriado para uma criança da Sua idade. Desta ocasião ao Seu batismo aos 30 anos, tudo o que sabemos da juventude de Jesus foi que Ele deixou Jerusalém e voltou para Nazaré com Seus pais e "era-lhes obediente" (Lucas 2.51). Ele cumpriu o Seu dever para com os Seus pais terrenos em submissão ao quinto mandamento, uma parte essencial da perfeita obediência à lei de Moisés que Jesus executou em nosso favor. Além disso, sabemos apenas que "Jesus ia crescendo em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e dos homens" (Lucas 2.52). Toda literatura que ultrapassar os textos sagradas devem ser vistos com desconfiança, o que está revelado, evidentemente, foi Deus quem determinou que seria tudo o que precisamos saber. Há fontes extra-bíblicas que tentam contar fatos desse período da vida de Jesus, entretanto, não temos como saber se essas histórias são verdadeiras e confiáveis, no mais, Deus escolheu não nos dizer muito sobre a infância de Jesus, por isso temos de confiar na Sua decisão de nos informar de tudo o que precisamos saber.]. Convido você para mergulharmos mais fundo nas Escrituras!
Para continuar lendo, clique abaixo: