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14 de fevereiro de 2017

Lição 8: A bondade que confere vida



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD – ADULTOS - 1º Trimestre de 2017
Título: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito
Como o crente pode vencer a verdadeira batalha espiritual travada diariamente
Comentarista: Osiel Gomes


 - Lição 8 -
   19 de Fevereiro de 2017

A bondade que confere vida

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA

“Qualquer que aborrece a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem permanente nele a vida eterna” (1Jo 3.15).


A vida é um dom de Deus e ninguém tem o direito de tirá-la a não ser o próprio Deus.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - 1Sm 2.6
Deus é o doador da vida, somente Ele pode tirá-la
Terça -  Êx 23.7
Não mate
Quarta - Mc 7.21
É do interior do coração que saem os homicídios

Quinta - 1Pe 4.15
Que jamais venhamos padecer como homicidas
Sexta - Êx 20.13
Deus proíbe o homicídio
Sábado - Ap 22.15
Os homicidas não herdarão a vida eterna


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Mateus 5.20-26.
20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no Reino dos céus.
21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo.
22 Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão será réu de juízo, e qualquer que chamar a seu irmão de raca será réu do Sinédrio; e qualquer que lhe chamar de louco será réu do fogo do inferno.
23 Portanto, se trouxeres a tua oferta ao

altar e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti,
24 deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem, e apresenta a tua oferta.
25 Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao oficial, e te encerrem na prisão.
26 Em verdade te digo que, de maneira nenhuma, sairás dali, enquanto não pagares o último ceitil.


HINOS SUGERIDOS: 46, 225 e 400 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL
Explicar que a vida é um ato da bondade de Deus e que ninguém tem o direito de tirá-la.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

    I. Reconhecer que a bondade é o firme compromisso do crente para o benefício dos outros;
    II. Mostrar que o homicídio é a destruição do próximo, por isso, Deus condena tal atitude;
    III. Explicar porquê precisamos ser bondosos e misericordiosos.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Você está gostando de estudar a respeito do fruto do Espírito? Se as lições estão contribuindo para edificar sua vida, certamente vão também edificar seus alunos. Vamos estudar mais um aspecto do fruto do Espírito, a bondade. Seu coração já foi transformado pelo Filho de Deus? Então, já foi enxertada em seu interior a “semente” da benevolência. Vivemos em uma sociedade onde as pessoas acreditam, erroneamente, que ser bom é ser fraco. Mas, tal virtude revela um caráter maduro e forte, leal a Deus e ao próximo. Como discípulos de Jesus, nosso exemplo maior de bondade, precisamos evidenciar nossa afabilidade por intermédio de ações e palavras. Não basta apenas dizer que é bondoso, as pessoas precisam ver esse aspecto do fruto do Espírito em suas palavras e ações, em seu dia a dia.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Você já teve o coração transformado e regenerado pelo Senhor Jesus? Então, não há mais espaço, em sua vida, para sentimentos e desejos que faziam parte da sua velha natureza. Na lição de hoje, veremos que os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, falso testemunho e blasfêmias procedem do interior do homem, ou seja, da velha natureza adâmica (Mt 15.18,19). [Comentário: Gramaticalmente, bondade é um substantivo abstrato. Do latim “bonidate”, é a qualidade de quem tem boa índole. Ter bondade é ser benevolente, ser amável, é procurar ajudar o outro. Benevolente significa demonstrar bondade ou boa vontade em relação às outras pessoas. Bondoso é um adjetivo que qualifica o indivíduo que demonstra bondade, que pratica atos de bondade. Uma pessoa que revela grande bondade pode ser chamada de bonachão https://www.significados.com.br/bondade/. Com base nessa definição entende-se que bondade é uma virtude típica da pessoa que não mede esforços para levar o bem aos outros e nunca o mal. O bondoso sempre estende sua mão para alguém. A palavra bondade na Bíblia se aplica àquilo que proporciona satisfação estética ou moral (veja o relato da criação em Gn). No hebraico, a palavra para expressar este conceito é tobh, literalmente “agradável”, “alegre”. No grego, há duas palavras para traduzir essa idéia: a primeira é agathos (bom), que é o termo usado por Paulo para indicar o fruto espiritual da bondade; a segunda é kalos (belo), que tem a ver com harmonia. Bondade, portanto, tem uma dimensão ética e uma dimensão estética. Na dimensão ética, significa viver de acordo com padrões elevados. Na dimensão estética, pode ser entendida como beleza interior. O Pr Billy Graham no artigo ‘O Fruto do Espírito’, escreve: “A palavra "bom" no entender da Escritura significa literalmente "ser como Deus", porque Ele é o único que é perfeitamente bom. Uma coisa é ter padrões éticos elevados, outra coisa é a bondade que o Espírito Santo produz, que tem suas raízes em Deus. O significado deste fruto é mais amplo do que simplesmente "fazer o bem". Bondade é mais que isto. Bondade é amor em ação. Não somente traz em si a idéia de justiça, mas demonstra esta justiça, este "fazer o que é certo" vivendo diariamente no Espírito Santo. É fazer o bem a partir de um coração bom, é agradar a Deus sem esperar medalhas ou recompensas. Cristo quer que este tipo de bondade seja o normal em cada cristão. Os homens não podem achar substituto para a bondade, e nenhum artista em retoques espirituais pode imitá-la.” http://pastorcasse.blogspot.com.br/2012/05/o-fruto-do-espirito-bondade-billy.html.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

PONTO CENTRAL
A vida é um ato da bondade de Deus e ninguém tem o direito de tirá-la.

I. BONDADE: O FIRME COMPROMISSO PARA O BENEFÍCIO DOS OUTROS

10 de fevereiro de 2017

Jovens - Lição 7: A Igreja na Reforma Protestante



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD
1º Trimestre de 2017
Título: A Igreja de Jesus Cristo — Sua origem, doutrina, ordenanças e destino eterno
Comentarista: Alexandre Coelho

JOVENS
 - Lição 7 -
12 de Fevereiro de 2017

A Igreja na Reforma Protestante

TEXTO DO DIA

SÍNTESE
“Mas o justo viverá da fé; e, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele” (Hb 10.38).

O retorno à Palavra de Deus pode mudar a fé e o destino de uma pessoa, de uma família e de uma nação.

AGENDA DE LEITURA
Segunda - Jo 14.6
Um só caminho
Terça - 1Tm 2.5
Um só Deus
Quarta - At 4.12
Um só Salvador

Quinta - Sl 119.130
Uma só Palavra
Sexta - Ef 4.5
Uma só fé
Sábado - Rm 11.36
Somente a Deus toda a glória


OBJETIVOS
Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
   

    COMPREENDER a necessidade da reforma na igreja;
    SABER como se deu a Reforma Protestante;
    IDENTIFICAR os frutos da Reforma Protestante nos últimos séculos.
.


INTERAÇÃO
Professor, como já é do seu conhecimento, este ano comemoraremos os quinhentos anos da Reforma Protestante. Essa é uma data importante para a igreja protestante, mas infelizmente muitos crentes conhecem pouco a respeito da história da Igreja. Depois da ascensão de Cristo, a Igreja deu continuidade à obra iniciada por Ele. Os apóstolos trabalhavam em prol do Reino de Deus, vidas eram salvas, milagres aconteciam, os crentes viviam em unidade e o nome do Senhor era glorificado. Porém, os crentes sofriam terrível perseguição. À medida que a Igreja foi se aproximado do Estado e passou a experimentar um novo relacionamento com o imperador, houve mudanças. Com o tempo o mundanismo e o paganismo passaram a se infiltrar no meio dos crentes. A igreja se secularizou, abandonando os princípios do Evangelho de Cristo. Foram tempos de trevas espirituais. Mas, o Cristo que deu a sua vida em favor da Igreja não permitiria que ela ficasse dessa forma. Então, o Senhor levantou um monge chamado Martinho Lutero para fazer uma reforma e resgatar a Igreja dos erros e da apostasia. É o que estudaremos na lição de hoje.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Prezado professor, reproduza no quadro os cinco princípios da reforma que são apresentados no quadro abaixo. Pergunte aos alunos se eles conhecem esses princípios. Explique que sola é um termo latim e que significa “somente”. Em seguida divida a turma em cinco grupos. Cada grupo ficará com um princípio e deverá debater, em grupo, a respeito deste principio. Em seguida, forme um único grupo. Dê um tempo para que os grupos exponham o que debateram. Conclua explicando que os cinco solas da reforma são uma síntese do que cria Lutero e os protestantes que o apoiavam. Esses princípios iam contra o pensamento e o ensino da igreja romana.



TEXTO BÍBLICO
Apocalipse 3.1-6.
1 E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Eu sei as tuas obras, que tens nome de que vives e estás morto.
2 Sê vigilante e confirma o restante que estava para morrer, porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus.
3 Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei.

4 Mas também tens em Sardes algumas pessoas que não contaminaram suas vestes e comigo andarão de branco, porquanto são dignas disso.
5 O que vencer será vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida; e confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.
6 Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas.


COMENTÁRIO DA LIÇÃO
INTRODUÇÃO
Este ano comemoraremos os quinhentos anos da Reforma Protestante. Esse movimento representou a busca por um retorno às raízes da igreja do Novo Testamento, pois a igreja havia se secularizado. Até hoje, os cristãos são beneficiados por força dessa reforma ocorrida na Idade Média, e que mudou paradigmas na esfera da fé, do conhecimento de Deus e da salvação. [Comentário: "O justo viverá pela sua fé" O texto de Romanos 1.17 foi fundamental para que surgisse a Reforma Protestante no Século XVI. Quando Martinho Lutero leu essa passagem das Escrituras, foi convencido de que nossa justificação não se dá através das boas obras, mas sim através da fé. Inicialmente, 'Reforma Protestante' foi um termo pejorativo empregado pelos católicos romanos àqueles que protestaram contra o sistema religioso da época, mas esse termo foi assimilado e usado a partir do século XVI até nossos dias para designar os grandes fatos vividos pelos que desejavam e desejam pautar sua vida religiosa segundo a Bíblia. A lição não contempla todas as informações, por isso, veja o seguinte: a Reforma aconteceu na Alemanha, mas logo, se espalhou para outros países como Inglaterra, Suíça, França, Escócia, etc. Em cada país podemos destacar um líder que levou avante este movimento. Ocorreu a partir do final do Século XII, quando começam a surgir alguns movimentos na Europa que pediam mudanças dentro da Igreja Católica Romana. Entre eles podemos destacar dois grupos:
    Os valdenses com Pedro Valdo na Itália.
    Os cataritas na França.
Também surgiram alguns homens que podemos considerá-los pré-reformadores como:
    John Wycliff na Inglaterra, no século XIV, 1384
    John Huss na Boêmia, no começo do século XV, 1415
    Jerônimo Savanarola na Itália, no final do século XV, 1498
A Reforma Protestante, no entanto, só aconteceu no Século XVI na Alemanha, quando o frade agostiniano Martinho Lutero afixou as 95 teses nas portas da igreja do castelo de Wittenberg. Era o dia 31 de outubro de 1517, véspera do dia de "todos os santos", quando milhares de peregrinos afluíam para Wittenberg para a comemoração do feriado do "dia todos os santos e finados", 01 e 02 de novembro. Era costume pregar nos lugares públicos os avisos e comunicados. Lutero aproveitou a oportunidade e, através de suas teses, combatia as indulgências que eram vendidas por João Tetzel com a falsa promessa de muitos benefícios. Ele dizia que, se alguém comprasse uma indulgência para um parente falecido, "no momento em que a moeda tocasse no fundo do cofre a alma saltava do inferno e ia direto para o céu".
Os principais reformadores foram:
    Na Alemanha, Martinho Lutero (1483/1546)
    Na Suíça, Huldreich Zwínglio (1484/1531) e João Calvino (1509/1564).
A Reforma Protestante reconduziu a igreja aos cinco pilares do evangelho que haviam sido esquecidos e deturpados ao longo da história. Hoje, como naqueles dias, os desvios doutrinários pregados indiscriminadamente precisam ser combatidos, precisamos de uma nova Reforma, e nós, como discípulos de Cristo, devemos proclamar as verdades bíblicas e permanecer nelas.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

I. A NECESSIDADE DA REFORMA NA IGREJA

7 de fevereiro de 2017

Lição 7: Benignidade: Um escudo protetor contra as porfias



LIÇÕES BÍBLICAS CPAD – ADULTOS - 1º Trimestre de 2017
Título: As Obras da Carne e o Fruto do Espírito
Como o crente pode vencer a verdadeira batalha espiritual travada diariamente
Comentarista: Osiel Gomes


 - Lição 7 -
12 de Fevereiro de 2017

Benignidade: Um escudo protetor contra as porfias

TEXTO ÁUREO

VERDADE PRÁTICA

“Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4.32).


A benignidade na vida do crente torna-o uma testemunha do amor de Deus.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Pv 21.21
A benignidade confere vida longa, justiça e honra
Terça - Rm 15.14
Benignidade entre os irmãos
Quarta - Cl 3.12
Revesti-vos de toda benignidade

Quinta - Rm 13.10
O benigno não faz mal ao próximo
Sexta - 2Sm 22.26
Deus é favorável ao benigno
Sábado - Gl 5.22
A benignidade é fruto do Espírito


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Colossenses 3.12-17.
12 Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade,
13 suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.
14 E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.
15 E a paz de Deus, para a qual também

fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.
16 A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais; cantando ao Senhor com graça em vosso coração.
17 E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.


HINOS SUGERIDOS: 5, 75 e 432 da Harpa Cristã.

OBJETIVO GERAL
Mostrar que a benignidade é um aspecto do fruto do Espírito e que a porfia é obra da carne.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
    I. Reconhecer que a benignidade se fundamenta no amor;
    II. Mostrar que a porfia se fundamenta na inveja e no orgulho;
    III. Explicar porque precisamos nos revestir de benignidade.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Na lição de hoje estudaremos a benignidade como um aspecto do fruto do Espírito. Vivemos em uma sociedade onde temos visto o avanço da maldade e da violência. O mundo, que jaz no Maligno, está carente de pessoas benignas. Esse fruto nos ajuda a identificar aqueles que são discípulos de Cristo. Como saber se estamos diante de um crente verdadeiro? Observe se sua fala e atitudes revelam bondade. Quem já experimentou do amor de Cristo é benigno, pois a salvação é resultado da bondade e graça do Pai. Fomos salvos por sua graça, sua bondade.
Incentive seus alunos a desenvolverem esse fruto, mesmo vivendo em um mundo hostil e mau, pois somente sendo benignos poderemos revelar o amor do Pai ao mundo. Lembre-se que antes das pessoas olharem para Cristo, elas vão olhar para você, para suas atitudes e ações.

COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Na lição de hoje estudaremos mais um aspecto do fruto do Espírito, a benignidade e mais um aspecto das obras da carne, a porfia. Veremos que o crente cheio do Espírito tem um coração benigno e procura ter relacionamentos saudáveis, evitando discussões, disputas e polêmicas. O conselho de Paulo a Timóteo foi para que ele fugisse das discussões, polêmicas e debates acerca da lei, pois tais discussões são inúteis e não acrescentam nada à fé dos irmãos (Tt 3.9). [Comentário: O fruto do Espírito é a luz que se opõe às obras infrutuosas das trevas. Os filhos da luz produzem fruto de acordo com a sua natureza santa porque andam na luz, enquanto os filhos das trevas, obras infrutíferas porque trilham nas trevas (Ef 5.8-13). Stanley M. Horton escreve que “a razão básica dos dons é ser uma bênção ao próximo. A bondade, ou generosidade, nos leva à preocupação com as pessoas de modo prático e dinâmico, onde quer que estas se encontrem. A Igreja Primitiva sabia praticar a mútua generosidade, sem medo de exagerar nos cuidados". LIM, David. Os dons espirituais. In HORTON, Stanley M. (ed.). Teologia sistemática: uma perspectiva Pentecostal. RJ:CPAD, 1996, p. 490.. Benignidade (gr. chrestotes), isto é, não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3). A palavra grega chrestotes nos faz lembrar Cristo, o exemplo supremo da benignidade. Paciência e benignidade estão juntas na primeira linha da descrição do amor de Deus (1Co 13.4). Paulo nos conclama a seguir o exemplo de Cristo, a sermos benignos e compassivos, perdoando uns aos outros (Ef 4.32). A severidade não é o modo de agir do corpo de Cristo. A mútua estima e respeito, sim. A benignidade é o bálsamo que nos une, à medida que aprendemos a dar valor uns aos outros. Até mesmo os dons são resultados da benignidade de Deus para conosco.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

PONTO CENTRAL
A benignidade é um antídoto contra a porfia.

I. A BENIGNIDADE FUNDAMENTA-SE NO AMOR

1. O que é benignidade? Você conhece o significado dessa palavra? Benignidade significa índole boa, bom caráter; benevolência, humanidade e bondade. No crente, essas características não são o resultado de uma boa formação acadêmica ou de uma família funcional. É o resultado do fruto do Espírito. Não conseguimos ser bondosos pelo nosso próprio esforço. A bondade que estamos estudando vem de Deus, pois Ele é a fonte de toda benevolência e amor (1Jo 4.8). Deus é amor, logo, a benignidade é uma das características do crente. [Comentário: Benignidade – (Gr. chrestotes) Delicadeza, afabilidade; uma graça muito rara, uma disposição a ser gentil, temperado, culto e refinado em caráter e conduta. A benignidade é uma faceta do amor. "O amor é... benigno", escreveu o apóstolo Paulo (1Co 13.4). Outras passagens associam a benignidade à misericórdia. Ser benigno é ser amoroso, misericordioso e compassivo, até mesmo com quem não merece (Lc 6.35; Mt 5.44-48). É preciso diferenciarmos benignidade e bondade, que embora sejam termos bastante parecidos, têm significados diferentes. Benignidade é a disposição em ser bondoso com o próximo. Significa excelência de caráter, pensar bem a respeito das pessoas. Bondade é a ação de ser bom, gentil e reto para com o próximo. Para facilitar a compreensão, contrário de benignidade é malignidade, ou seja, aquele que não é benigno é maligno. Assim, o benigno produz bondade enquanto que o maligno, maldade. Deus é sempre benigno, pois ele está sempre disposto a agir com bondade para conosco, entretanto, a sua benignidade tem um sentido mais pleno como conseqüência de sua onisciência. Ele sabe perfeitamente as intenções do coração do homem. Não se esqueça do conceito de benignidade: Disposição em ser bondoso com o próximo; A benignidade fala de uma disposição interior e a bondade fala de conseqüências ou atos exteriores. Quem é benigno, pratica a bondade. Embora Deus conheça o nosso coração, ele nos ama e sempre está disposto a ser bondoso, isso deve nos servir como modelo, já que a tendência de fazermos o contrário é muito grande.]